Widbook, a Rede Social para autores

Widbook Face

Como todos sabem, este analista e blogueiro trata dos mais diversos temas sobre mídia online, mas, principalmente, sobre as Redes Sociais. Embora tenha conhecimento sobre diversas delas, inclusive as segmentadas (uma tendência contemporânea sobre a qual falarei mais tarde), como o Filmow  e o Skoob, ambas já comentadas no blog, esta, especialmente, não foi reconhecida via trabalho. Portanto, a análise é feita a partir de um heavy user da plataforma, diferente das outras comparações feitas a partir de um usuário relativamente novo. Este blogueiro é, também, um escritor amador (link para o meu projeto aqui), de modo que essa rede, especialmente, foi encontrada com objetivos próprios em mecanismos de busca.

O Widbook é uma plataforma para autores e leitores compartilharem conteúdo. Mas, a partir disso, é possível descobrir novas funcionalidades que podem ser úteis desde professores e escritores de diário a grandes celebridades da dramaturgia e literatura. É uma agradável mixagem, algo entre Google Drive, Evernote e Facebook. Essa ferramenta é revolucionária justamente por agregar os conceitos de Rede Social (compartilhável, interativa) e Ferramenta (útil, facilitadora).

Alguns dos aspectos que a tornam única:

Composição / Design

No Widbook é possível visualizar o livro prontinho, no formato em que ele ficaria caso fosse editorado. Não sei se funcionará como catalisador para outras pessoas, mas pessoalmente, a visualização do livro ajuda muito no processo criativo. Escrever no papel pode ser a melhor saída para alguns, mas eu tentei iniciá-lo por mais diversas vezes, sempre com rascunhos imperfeitos. Na noite em que ingressei no Widbook, meu primeiro capítulo ficou pronto. Embora a ideia já estivesse lá, sofri um estímulo imediato que me fez mudar de um escritor mudo para um tagarela digital.

Além disso, fica muito mais organizado. É só clicar nos capítulos e nas páginas para ir imediatamente aonde você precisa. \o/

Livro1

Vídeo e Imagem

É possível anexar vídeos e imagens aos seus manuscritos. Mais um recurso que você jamais teria naquele seu velho caderno de papel. E um recurso que, imagino eu, deva ser bastante útil para professores, quase como uma apresentação em Powerpoint, mas sem aquela limitação de espaço que fazem pirar quando há muito texto. =)

Interação com outros autores/leitores

Como explicado no conceito de Redes Sociais, esse é o aspecto principal para defini-la como tal. Os leitores podem opinar na criação da sua obra, lhe dando o feedback necessário para que o autor possa compreender seus erros e acertos. É um combustível social, que faz com que muitos dos escritores desestimulados com suas obras retomem as rédeas da narrativa. Não há nada melhor do que saber que existem pessoas lendo aquilo que você escreve!

Compartilhável

Há como vincular a sua conta ao Facebook, ao Twitter e ao Evernote, fazendo com que a divulgação do seu livro seja bastante prática. Sabe aquele resumão que você fez no Word da última prova? Que tal compartilhá-lo com os seus amigos para que todos possam estudar juntos. E eles podem até editar o conteúdo.

Móvel

O WidbMovel2ook possui um aplicativo integrado à versão online. Pare e pense. Se você tem que pagar por grande parte do conteúdo no seu Kindle, aqui as pessoas comuns e grandes autores fornecem, gratuitamente, algo que pode vir a ser igual ou melhor a algo que você pagaria. A ferramenta mobile é perfeita para aquele momento na fila de espera do banco ou no trajeto de ônibus até o trabalho.

Perenidade

Seu PC estragou? Não se preocupe, o que você escreveu no Widbook é perene. 😉

Colaborativo

Como citado, há a possibilidade de convites a outros autores. Existem livros que são escritos no sistema de crowdfunding, ou seja, por dois ou mais escritores, fazendo com que obras coletivas se apresentem aos usuários. Além disso, é possível comentar, marcar determinadas passagens dos livros (um verdadeiro marca texto digital), entre outros recursos de interação.

Conteúdo automaticamente indexável

Uma das principais características do Widbook, e algo que a torna simplesmente magnífica, é o fato de todo o conteúdo nos livros divulgado é automaticamente indexável aos resultados de SEO. Isso significa que se alguém for no Google ou Yahoo! e fizer uma busca, é possível que o seu livro apareça nos resultados. Sensacional, né?

Busca

É possível fazer um filtro entre gêneros para ler o que você gosta ou conhecer sobre novos assuntos. Afora isso, você tem sua própria estante, na qual você coloca seus livros favoritos separados por temáticas.

Utilidade pessoal

Constantemente, eu utilizo o Widbook para textos que eu não pretendo publicar. Explicando: eu, como todos os autores de fantasia, tenho um complexo mundo criado com culturas, religiões, personagens, aspectos sociais, de personalidade, entre outros, que às vezes podem fazer com que até mesmo o mais atento dos criadores se perca. Portanto, desenvolvi minha própria enciclopédia, a qual consulto quando me perco em meu próprio mundo. Claro que isso não é apenas para autores de fantasia! Você pode, por exemplo, criar poesias com quem você não quer compartilhar, ou até mesmo fazer uma colinha pra estudar nos minutos antes da prova final. Ache a sua utilidade! 😮

Prazer da leitura

Tanto para quem lê os livros no desktop quanto no aplicativo móvel, a plataforma proporciona uma leitura bastante agradável. O sistema de leitura noturna (com fundo preto e letras brancas) é sensacional.

Conclusões finais

O Widbook é uma ferramenta extremamente útil nos conceitos contemporâneos de experiência do usuário, pois facilita seja qual for o tema ou o nicho escolhido pelo usuário, incentivando constantemente a alimentação à imensa biblioteca virtual que é a internet. Acredito que recomendações são dispensáveis diante de tantas informações a respeito da plataforma.

Vestígios

Comentários e críticas são sempre bem-vindos.

Orkut 10 anos: a Rede Social que mudou o Brasil

Orkut

No dia 24 de Janeiro de 2004, nascia uma rede social revolucionária, criada pelo engenheiro turco de mesmo nome: Orkut Büyükkökten. Com o objetivo de incentivar o encontro entre pessoas com interesses semelhantes, possuía uma interface bastante simples, onde o usuário podia adicionar amigos e debater sobre diversificados temas, desde os mais abrangentes (Política, Futebol, Brasil, Música Popular Brasileira) aos mais específicos (3º ano do colégio Ximboquinha, Eu conheço o Pedro, Clube de Pintura do Bairro Zequinha, Já zerei Pokemon Red).

Não é fácil dimensionar a importância dessa rede para o Brasil especificamente, já que ela não obteve tamanho sucesso em países como os Estados Unidos, apesar de ter alcançado bons índices na Índia, por exemplo. Embora muita gente não saiba, menos de duas semanas depois seria fundada a rede que domina atualmente a demanda de usuários brasileiros: o Facebook de Mark Zuckerberg, que mais tarde substituiria o Orkut como rede social favorita dos internauta por aqui.

Entre as várias novidades da plataforma, o Orkut possuía algumas vantagens em relação aos serviços de interação entre usuários mais utilizados na época, como o MSN Messenger, o ICQ, salas de bate-papo, e-mails e fóruns específicos. A seguir, uma pequena lista de alguns recursos fantásticos que fizeram com que grande parte dos usuários brasileiros aderissem os serviços da rede:

Perfil

Embora alguns servidores de e-mail já possuíssem tal função, o Orkut ascendeu com força no mercado devido ao fato de possuir um formato de perfil sistemático e ao mesmo tempo detalhado. Nele eram encontradas informações como idade, formação, signo e até um pequeno resumo sobre o usuário. Além disso, a rede germinou ao passo em que crescia o mercado de câmeras digitais no país, por isso grande parte dos perfis eram compostos também por fotos. Era o fim da era dos anônimos (pelo menos em tese), onde as pessoas com quem você conversava agora possuíam rosto e uma identidade explicada.

Exclusividade

Uma das sacadas mais geniais do Orkut foi o acesso exclusivo para convidados. É claro que isso não passou de uma jogada de marketing, mas com certeza ajudou a engrenar o sucesso da rede. Apenas usuários do serviço podiam convidar, através do e-mail, outros internautas. Essa sensação de “eu sou exclusivo” ou “VIP” (pessoa muito importante) durou apenas até a rede emplacar, já que depois o acesso foi totalmente liberado.

Comunidades

Essa ferramenta sensacional permite que o usuário busque e interaja com pessoas com interesses semelhantes. Gosta de miniaturas e maquetes? Com certeza você encontrará uma comunidade no Orkut a respeito. Prefere jardinagem? Futebol europeu? Receitas de bolo? Sim, os criadores das comunidades do Orkut eram os próprios usuários, o que fazia com que uma infinidade de fóruns de discussão sobre os mais variados temas fossem criados diariamente.

Fóruns

Muitas pessoas se surpreendem quando eu digo que ainda acesso o Orkut. A resposta, amigos, está neste tópico. O sistema de fóruns é infinitamente superior a qualquer outra rede social que eu conheça (e são muitas). Funciona assim: qualquer um pode criar um tópico, que pode ser comentado pelo mesmo ou por outros usuários. O último tópico comentado, fica acima na interface da comunidade, uma espécie de feed por atualização. Assim, você não corre o risco de entrar em um tópico desatualizado, a não ser que queira. Além disso, um sistema de buscas (que mais tarde foi alterado sem nenhuma explicação) bastante apurado, permitindo ao orkuteiro encontrar tópicos antigos em comunidades sem muita dificuldade.

Depoimentos

Falar de si não é uma das tarefas mais fáceis. Mas e se você transferisse essa responsabilidade para outras pessoas? No Orkut era assim: na sua página inicial, depoimentos dos seus amigos podiam ser visualizados. Obviamente, a maioria deles falavam bem do usuário em questão.

O Orkut para o marketing

À época, as empresas ainda não estavam totalmente antenadas aos novos costumes do consumidor e não investiam tanto nas redes sociais, mas algumas das mais espertas se saíam bem na divulgação no Orkut. Imagine que cada marca possui uma comunidade oficial, às vezes administrada por profissionais internos, outras por usuários, fãs ou odiadores. Era comum existirem comunidades de polos opostos (“Eu amo Coca-Cola” e “Eu odeio Coca-Cola”, por exemplo). Isso nada mais é do que feedback gratuito, uma pesquisa de mercado sem custos. Além disso, as comunidades concentravam números consideráveis de usuários interessados em temas específicos, o que as tornavam espaços de divulgação e interação fabulosos. Se ainda tivesse a mesma força, acredito que o Orkut seria muito melhor utilizado pelas empresas e profissionais de marketing hoje em dia.

A queda do Orkut

Muito se especula sobre os motivos pelos quais ocorreu a queda drástica de usuários do Orkut (hoje menos de 1% dos internautas brasileiros acessam a rede, ainda mais popular que o Google +, por exemplo). Além da “Era Facebook”, período em que um número considerável de pessoas converteram à plataforma de Zuckerberg, outros motivos contribuíram para o enfraquecimento da rede.

Uma mudança radical de interface e design, que ficou conhecida como o Orkut Novo, foi um dos pontos que fez com que alguns dos usuários abandonassem a rede. Outros recursos gráficos como a permissão da utilização de gifs (imagens em movimento) e letras coloridas poluíam as páginas de fóruns e scrapbooks (murais). O filtro de spams do Orkut também não era muito seguro, o que fazia com que vários usuários recebessem dezenas de recados indesejados e robóticos. Soma-se a isso o fato de aparecerem muitos fakes (perfis falsos), necessitando apenas de uma conta de e-mail em qualquer servidor para a criação de um perfil. Nesse momento, redes como o Facebook e o Twitter pareciam opções mais atraentes, e foi justamente para onde migraram grande parte dos usuários, uma espécie de êxodo virtual.

Esse é um efeito comum e cotidiano na rede, onde constantemente aparecem novas opções de Mídias Sociais com diferente objetivos e recursos. Há quem diga que as plataformas mobile como WhatsApp, WeChat e Instagram são a maior ameaça à rede de Zuckerberg atualmente. E você, o que acha do assunto?

Análise de aplicativo: Snapchat

Snapchat

Aplicativo: Snapchat

Funcionalidade: Redes Sociais

Nota: 8

Há alguns dias, noticiou-se que os criadores do aplicativo conhecido como Snapchat recusaram uma proposta feita pelo Facebook de nada menos que 3 bilhões de dólares. Para se ter uma ideia, esse valor é três vezes maior do que o preço pelo qual foi vendido o Instagram há algum tempo.

Mas o que seria esse aplicativo tão polêmico? O Snapchat é um sistema simples e rápido de troca de imagens e vídeos curtos (além de pequenas mensagens e edições no bom e velho estilo “paint” que podem ser inseridas nas fotos). O detalhe e principal diferencial é que é possível determinar o tempo de exibição desses arquivos, entre 1 e 10 segundos. Após o tempo corrido, a foto ou o vídeo enviado é automaticamente destruído e nunca mais poderá ser acessado.

O que o usuário ganha com isso? Bom, acredito que a força da plataforma esteja em você poder enviar arquivos para pessoas específicas, mas não fiquem registrados para a posterioridade. Pode ser aquela foto “queimação de filme” de um amigo dormindo bêbado no chão da praça ou uma imagem de si mesmo fazendo uma careta bem feia. Além disso, fotos íntimas e pessoais (que geraram grande polêmica no país recentemente, devido à “pornografia de vingança” e o “caiu na net“) podem ser transferidas tranquilamente, sem preocupações de algum dia serem visualizadas por outras pessoas.

Mas cuidado, nem tudo são flores. Já existem outras plataformas criadas para gravar arquivos enviados pelo Snapchat. Portanto, cuidado ao divulgar qualquer tipo de conteúdo através do aplicativo.

E se as marcas fossem sinceras? (compilação)

Pizza Hut

Hoje farei uma postagem mais leve, apenas para descontração. Ontem tratamos de um assunto seríssimo, que foi a retaliação do consumidor. O que temos hoje pode ser considerado um exemplo de retaliação, pois relembra alguns pontos negativos das empresas, porém, tem um cunho muito mais humorístico do que crítico.

Compilei uma espécie de meme que fez muito sucesso na internet, da série “E se as marcas fossem sinceras?”, trazendo alguns slogans divertidos que frisam algumas das falhas das empresas. Vale a pena conferir!

 

Marcas Sinceras 10

Pepsi: quando não tem Coca… Essa eu acredito que todos já sentiram na pele, não é mesmo?

Marcas Sinceras 12

Candy Crush, a versão em jogo da cocaína pura. Eu até hoje não experimentei por saber o quão viciante é… hahaha…

Marcas Sinceras 16

Muitos reclamam do Peixe Urbano com relação a isso, mas ainda é um sucesso total.Marcas Sinceras 18

E mesmo assim, o impresso vive!Marcas Sinceras 19

Au… essa foi pesada, hein.

Marcas Sinceras 20

E faça o possível para instalar de primeira! Boa sorte!Marcas Sinceras 21

Mas minha mãe diz que é lindo. Tá cansada de lavar sapato, aposto!Marcas Sinceras 24

Especial para os gordinhos!Marcas Sinceras 25

É, Nokia… os bons tempos se foram.Marcas Sinceras 26

Mais uma das pesadíssimas. Marcas Sinceras 28

Windows: vai funcionar por enquanto. Antes dos malditos updates automáticos, claro. Marcas Sinceras 29

Não entendi. Qual a piada com … Gina? =pMarcas Sinceras 30

Na padaria mais próxima de você. Marcas Sinceras 31

Buuuum!Marcas Sinceras 32

Tecle 1 para reportar um problema… 2 para pacotes… 3 para programação… 4 para eventos… e assim por diante.Marcas Sinceras 33

Totosa!Marcas Sinceras 34

Em prol do estagiário!Marcas Sinceras 35

Não era a mesma coisa sem segurar a arminha…Marcas Sinceras 36

+ do mesmo.Marcas Sinceras 37

É duro, né? :pMarcas Sinceras 38

É melhor deixar do Jeitoquitá.Marcas Sinceras 39

Mas o danado salva em vários momentos, não é mesmo?Marcas Sinceras 40

Subaquática.Marcas Sinceras 41

E reze pra não cair.Marcas Sinceras 42

Remédio pra amnésia (a favor dela).Marcas Sinceras 43

Danger!Marcas Sinceras 44

Não se engane. Marcas Sinceras 45

“Desculpe, senhor, seu voo é às 13 no horário de Bangcok”Marcas Sinceras 46

Eu prefiro murcho. Marcas Sinceras 47

Já dizia Fábio Porchat.Marcas Sinceras 48

Quem nunca?Marcas Sinceras 49

“Mas mãe, tem verde!”Marcas Sinceras 50

Nunca usei. Ehj Djificil?Marcas Sinceras1

Quem nunca? (2)Marcas Sinceras2

Digo o mesmo do PS4.Marcas Sinceras3

Esse problema já foi resolvido. Injustiça demais. Marcas Sinceras4

É mesmo a segunda opção de todos?Marcas Sinceras5

E invadimos seu banheiro durante a escovação para uma entrevista. Marcas Sinceras6

Será que não?Marcas Sinceras7

A vida é dura, Google…Marcas Sinceras8

Um tanto quanto preconceituoso esse. Coloquei apenas para demonstração. Marcas Sinceras9

Educativo. Marcas Sinceras11

Fedex: provavelmente está quebrado. Nunca chega inteiro?Marcas Sinceras13

LutoMarcas Sinceras15

Governamental mas real. Marcas Sinceras22

Enrolação… mas não pra todos!Marcas Sinceras23

Olimpíadas. Vem ni mim, dimdim!Marcas Sinceras24

Myspace e o seu precoce fim.

 

Bom, espero que tenham gostado. Amanhã volto a falar sobre temáticas mais didáticas. E, por favor, não se ofendam com as brincadeiras. Quaisquer críticas são bem-vindas.

 

O poder da rede: viralização do post

www

Quando inaugurei esse blog a partir dos conselhos do professor Olimpio Araújo, fiz um planejamento e levantei algumas expectativas. Eu esperava conseguir 1000 visualizações nos primeiros dois meses de blog, pois não é fácil levantar um site do nada, sem investimento financeiro algum. Eu queria, também, chegar a 200 curtidas na fanpage.

Na sexta feira passada, algo diferente aconteceu. O meu celular estava no bolso durante o primeiro dia de trabalho (sobre o qual falarei mais tarde), e eu fiquei extremamente confuso quando ele começou a vibrar sem intervalos (isso mesmo, sem intervalos, como se estivesse tocando em alguma ligação). Era o meu Twitter, que uso exclusivamente para divulgar o blog, uma espécie de testes para as minhas Mídias Sociais. O visor estampava mensagens de “Follow” e “Retweet” que não paravam de chegar.

O que aconteceu foi o seguinte: uma das minhas postagens cujo título era “Netflix: Atendimento ao consumidor no Estilo Star Trekviralizou. E um dia após o blog completar apenas um mês, eu tive (até o momento) 180.250 visualizações. Até o dia anterior, eram menos de 200. Foram mais de 10.000 compartilhamentos no Facebook, centenas de retweets e citações, além de aparições em portais famosos como o www.administradores.com.br. A fanpage ganhou mais de 400 seguidores, elevando o número de curtidores a mais de 1200. Até esse dia, eu tinha apenas 2 comentários, ao passo em que hoje possuo 80. As visualizações em todas as minhas outras postagens quadruplicaram e quase 30 pessoas começaram a seguir o meu blog (um recurso do WordPress).

Esse é o poder da rede e, pela primeira vez, eu presenciei isso de uma maneira direta. Obrigado a todos os que contribuíram para esse sucesso. Espero continuar fazendo postagens interessantes e dinâmicas.

Um abraço a todos os amigos do blog,

Lucas Amaral Nunes

Descaso da Saraiva? É tolerância zero!

Saraiva Online1

Bom, como Social Media eu sempre busco aprendizado e, devido a isso, visito constantemente fanpages de sucesso e fracasso (nada como aprender com o erro dos outros) e analiso a postura das empresas nas Redes Sociais, principalmente no Facebook. Algumas surpreendem pela qualidade e compreensão com o cliente, outras pelo número de reclamações respondidas, e algumas (infelizmente) ainda pouco usufruem desse recurso de interação com o consumidor.

Mas uma delas, em especial, me chamou bastante atenção, a da Saraiva Online (uma das empresas que mais investem em marketing digital e um dos e-commerce de maior sucesso no Brasil). Assim como a maioria das fanpages de organizações comerciais, a da empresa em questão utiliza seu espaço virtual para a divulgação de seus produtos, como no exemplo abaixo:

Publicidade/Saraiva Online

Publicidade/Saraiva Online

Até ai tudo bem, esse é um dos objetivos da fanpage, que é a divulgação do produto. O que acontece a seguir é algo inesperado por parte de uma empresa desse quilate, devido também aos altos investimentos no ramo digital. São centenas de reclamações feitas através da Rede Social, relacionadas ao  prazo de entrega, falhas no atendimento, dificuldades no cadastro, entre outras. Veja algumas das postagens recentes, dessa semana mesmo, todas elas sem respostas. Para evitar qualquer tipo de problema, os sobrenomes dos clientes não serão divulgados. Veja:

Saraiva7

Perceba o quão desrespeitosa é essa atitude. A Saraiva Online não se deu o trabalho de sequer responder a esse questionamento. O rapaz em questão publicou essa mesma mensagem em várias das postagens da fanpage, sem obter resposta em nenhuma delas, mas em todas uma série de curtidas, o que demonstra comoção popular. 

Saraiva8

Bom, aqui temos um exemplo de um consumidor querendo saber o resultado de um concurso realizado pela própria fanpage. O resultado? Não foi divulgado pela mesma. E agora?

Saraiva1Bom, aqui vemos um caso explícito de ameaça de retaliação. O consumidor pretende (e provavelmente vai) falar mal de você na rede. E se a Saraiva Online respondesse às postagens e resolvesse os problemas do cliente, a repercussão seria diferente? Eu não sei de onde surgiu essa proposta de ignorar as reclamações através da fanpage, mas não me parece uma boa ideia…

Saraiva2Os produtos Pokemon X e Y (jogos para o portátil Nintendo 3DS) parecem ser o alvo da maioria das reclamações. Nesse comentário, a consumidora ameaça levar a resolução para a justiça e critica o departamento de Social Media da empresa.

Saraiva3Aqui vemos um consumidor que faz propaganda da empresa rival na própria fanpage. Não parece algo bom para a imagem da empresa, certo?

Saraiva4Outro erro crasso. Apagar comentários sobre as críticas, definitivamente, não é o melhor caminho para a manutenção da boa imagem.

Saraiva5O consumidor leva a reclamação para outra Rede Social, o Reclame Aqui, especializada em avaliações de clientes com relação a produtos e serviços prestados pelas empresas. Acredite, a reputação nesse site influi diretamente nos lucros.

Saraiva6
E, por fim, vemos um caso clássico de interação entre os clientes. Eles conversam entre si, criando uma impressão extremamente negativa da empresa na rede. E, acredite, eles vão espalhar essa ideia.

Muito me surpreende que a Saraiva Online, uma das empresas na qual sempre confiei e nunca havia me decepcionado, não esteja escutando a voz do consumidor. É provável que essa postura venha a trazer malefícios incalculáveis para uma organização com uma reputação a zelar.

Rodrigo Faro é o novo garoto propaganda da Pepsi no Facebook

Rodrigo Faro/Pepsi

Hoje falarei sobre um tema bastante recente, que é a contratação do ator e apresentador Rodrigo Faro pela Pepsi (saiba mais clicando aqui). Mas o que isso tem a ver com Marketing Digital? Tudo. Explico o porquê. Acontece que essa celebridade, um ícone quando se trata de comunicação em televisão no país, foi contratada junto à marca de refrigerantes para dialogar, principalmente, com o público das Redes Sociais, principalmente no Facebook e YouTube.

Não consigo pensar em ninguém melhor do que o Rodrigo para falar com o público alvo da Pepsi. O apresentador possui uma altíssima taxa de aceitação do público e foi reconhecido por isso. Ao longo da carreira, são mais de 400 peças publicitárias de sucesso. Ele venceu por cinco vezes seguidas o Troféu Imprensa como Melhor Apresentador, representando o programa O Melhor do Brasil. Além de ator, Rodrigo é dançarino, cantor e comediante. Soma-se a isso o fato de ele ser uma celebridade extremamente conhecida e carismática, que comunica tanto para o menino de dez anos quanto para aposentada. Consegue entender as razões para a escolha?

Há ai, também, um importante ponto a se frisar. Alguém com esse currículo, não pode ser barato para a empresa, certo? Corretíssimo. Tamanho investimento é apenas mais uma das muitas ações que comprovam que o mercado de Social Media cresce abruptamente  no país e no mundo. Percebam quão importante é o setor, tanto que uma das maiores marcas do mundo resolve abalroar exatamente nessa área.

Aguardemos para a estreia do quadro, que acontece na quarta-feira, dia 16 de Outubro, para vermos qual será o formato de programação utilizada para interagir com o internauta.

A viralização em mobiles e a pornografia de vingança: o caso Fran

Revenge Porn

Aproveitando o gancho da nossa última postagem, onde fiz uma análise do aplicativo WhatsApp, falarei hoje sobre um tema um tanto quanto polêmico, que é a pornografia de vingança, ou como o termo ficou conhecido ao redor do mundo, “revenge porn“. O momento é propício para a discussão, devido a um viral repassado através das tecnologias mobile, em que uma jovem identificada como Fran (leia sobre o caso aqui) foi vítima da divulgação de vídeos íntimos dela com o ex-namorado, reconhecido como Sérgio. Em um deles, a garota faz um sinal de “ok” com uma das mãos, o que gerou diversas manifestações nas Redes Sociais de pessoas repetindo o gesto. Essa é apenas mais uma das muitas pessoas que foram vítimas do que se popularizou como “caiu na net”.

Vídeo de Fran circulou por aplicativos mobile de todo o país

Vídeo de Fran circulou via tecnologia mobile

Bom, em primeiro lugar, gostaria de tratar da questão ética, a moralidade, frisando, claro, que trata-se de uma análise, portanto, sem caráter julgador ou opinativo. Afinal, não há como afirmar que Sérgio divulgou os vídeos na intenção de denegrir a imagem da ex-namorada (existem ,sim, casos de furto de imagens pessoais, como no caso da atriz Carolina Dieckmann), mas existem, comprovadamente, casos semelhantes e propositais na internet.

Retornando às raízes dos estudos freudianos, podemos afirmar que nós, seres humanos, temos dois instintos naturais: o sexual e o agressivo. Como animais racionais, os seres humanos tentam inibir esses impulsos para conviver em sociedade. Mas esses estímulos são naturais do nosso organismo e incontroláveis. As reações produzidas por eles é que podem ser reprimidas através do pensamento racional. Este é o requisito para viver em harmonia e de maneira organizada. Para isso, criamos leis (poder jurídico), mas também conceitos de moral e ética que nos regulam as ações e nos permitem viver em um ambiente de cooperação, correlação e reciprocidade.

No caso em questão, tratamos dos instintos sexuais, para os quais a sociedade (baseada em princípios e eventos culturais, religiosos, psicosociais, éticos, econômicos, entre outros) convencionou uma regra: se entregar aos estímulos é algo ruim, imoral e até motivo de piada. Ora, na intimidade de um indivíduo ou de um casal, na peculiaridade de cada ser, todos têm seus estímulos, sejam eles incomuns ou nem tanto. Portanto, esse julgamento coletivo pelo qual passa a jovem Francyelle, é fruto de uma análise coletiva e de processos experimentais pelos quais todos nós passamos, tendo em vista na intimidade do ser possuímos momentos de libertação, quando exprimimos vontades e desejos que jamais expressaríamos publicamente.

Assim, entramos mais uma vez na questão do escrúpulo, do caráter, do padrão e da regra. No momento da soltura do “eu”, existe um ponto em que a confiança no outro ser é tamanha a ponto de ignorar as convenções da sociedade diante de uma presença adicional . E é nessa etapa que acontecem os equívocos, pois o ser humanos tem a natureza rancorosa e, se em um momento consegue passar segurança e conforto para a libertação, no momento seguinte, por circunstâncias distintas, pode alterar radicalmente a própria conduta. E libera-se o instinto agressivo, vingativo, capaz de desmoralizar a imagem alheia perante a família, os círculos de amigos e conhecidos, diante de todo o país, muitas vezes sem refletir ou imaginar as consequências para ambos. Imagino que seja o que aconteça nos casos de pornografia de vingança.

Viralização: usuários imitam o gesto em Redes Sociais

Viralização: usuários imitam o gesto em Redes Sociais

Não houveram relatos de exposição em plataformas de web, como o Facebook e o Instagram (embora as imagens feitas pelos usuários tenham sido divulgadas principalmente por essas redes). Ou seja, trata-se de um fenômeno criado e compartilhado em plataformas móveis, os smartphones. E, invariavelmente, surgem debates sobre até onde vai a liberdade de divulgação. O WhatsApp e outros aplicativos mobile pregam a total liberdade de troca de arquivos entre os usuários, mas isso facilita a superexposição de imagem e a pornografia. Tendo isso em vista, o governo da Califórnia já assinou uma lei que proíbe a transferência de arquivos que violem a privacidade do usuário sem a autorização do mesmo.

Em questões de legalidade, o ato de divulgação das imagens aplica-se à lei Maria da Penha, podendo findar em até um ano de cadeia ao infrator. Mas isso traz à tona uma questão importante, pela qual passou também a internet em seus primórdios, que é a impossibilidade de controle em irregularidades como essa. Aos poucos, a web se adaptou e, embora grande parte de seu conteúdo ainda seja pornográfico, existem meios para controlá-la e direcioná-la por opção do próprio usuário. Foi possível até mesmo extinguir ações ilegais (como a pedofilia e a necrofilia). A questão é: o governo deve interferir ou em questões de transferência em tecnologias mobile?

Análise de aplicativo: Waze

Waze1

A partir de hoje, contribuirei aqui com análises sobre aplicativos mobile como um consumidor, sem levar em consideração o olhar empresarial e profissional da plataforma.

Aplicativo: Waze

Compatibilidade: iOS ou Android

Funcionalidade: GPS (Navegação)

Nota: 9

O Waze é um aplicativo de navegação baseado em solidariedade, em que usuários ajudam-se mutuamente. Antes de testá-la, é difícil imaginar o quão vantajosa é essa ferramenta, tamanha a sua funcionalidade e dinâmica, de maneira divertida e atraente. Tanto que, ao menos para mim, um jovem motorista que constantemente se confunde pelas ruas da cidade, se tornou um dos mais importante e utilizados aplicativos, atrás apenas das plataformas sociais (WhatsApp, WeChat, Facebook, Twitter, etc.).

Ele foi criado em 2006, mas tem seu auge em 2013, ano em que foi adquirido pela segunda empresa mais valiosa do mundo, a Google. De fato, ele representa uma revolução nos sistemas de GPS (Sistema de Posicionamento Global), justamente por agregar informação humana ao sistema de satélite.

Isso quer dizer que o sistema de mapeamento é modificado constantemente a partir de informações cedidas pelo usuário. Por exemplo, se você está em um engarrafamento, pode avisar através de um simples toque no celular. Dessa maneira, você ajuda outros usuários, chamados de Wazzers, que fazem o mesmo por você. Vale o mesmo para acidentes, barreiras policiais, radares e quaisquer outras informações relacionadas ao trânsito.

Não se engane achando que poucas pessoas utilizam e contribuem com o aplicativo, pois a atualização é constante, e irei explicar o porquê. O Waze é um aplicativo que trabalha com a ideologia de um game, ou seja, quanto mais você contribui, mais pontos ganha, podendo desenvolver o seu avatar e ganhar credibilidade e novas funcionalidades dentro do aplicativo. Ou seja, o usuário é estimulado a contribuir constantemente. Simplesmente fantástico, não?

As pessoas (e amigos) que utilizam o Waze e estão ao seu redor também são identificáveis na própria tela de navegação, e você pode contactá-las via mensagem direta. Você ainda pode escolher pelas opções de “caminho mais curto” ou “caminho mais rápido“. No segundo, questões de tráfego serão consideradas para que você chegue ao seu destino.

Waze2

No Waze, você identifica as pessoas ao seu redor que também estão conectadas.

Portanto, o Waze pode te salvar de ficar horas no congestionamento ou te alertar daquele radar inesperado que você não havia visto, além de indicar quais são os lugares mais baratos para abastecer! Há alguns dias, acreditem, ele me avisou sobre um carro que estava no acostamento! O sistema de voz para orientação já pode ser baixado em português. Além disso, possui interatividade com outras Redes Sociais como o Facebook (avisando quando os seus amigos estão utilizando o Waze por perto) e Foursquare (com o sistema de checkins).

De fato, não há como questionar a utilidade e a usabilidade da plataforma, mas há de se destacar alguns pontos negativos. Há ainda algumas falhas no mapa (como vias que não existem mais ou agora são de mão única), que também podem ser denunciadas pelo utilizador. Ontem, ao navegar por uma via de tráfego intenso, me veio a primeira publicidade feita através do Waze, me avisando que havia uma concessionária Fiat perto de mim e perguntando se eu não gostaria de visitá-la. Porém, esse pequeno anúncio sumiu com apenas um toque. Há também, claro, problemas com o sinal do 3G (relacionados à operadora, não ao aplicativo), o que, algumas vezes, pode ser prejudicial para atualizar com rapidez uma nova rota, por exemplo.

De fato, esse novo aplicativo que mescla uma Rede Social com um sistema extremamente importante nos dias de hoje, que é a tecnologia GPS, é simplesmente fantástico. Acredito que, no futuro, haverá um monopólio dessa tecnologia, em que os sistemas de satélite traçarão as rotas, mas auxiliados pelos usuários.

As Redes Sociais

blog

Bom, de uma forma popular, esse termo é utilizado para se referir ao Facebook, ao Twitter, ao Instagram, entre outras ferramentas digitais. Porém, segundo a renomada professora e pesquisadora Raquel Recuero, autora do excelente livro “Redes Sociais na Internet”, as Redes Sociais são metáforas para as praças virtuais. O que isso significa? As Redes Sociais são, então, estruturas sociais, onde os internautas estão conectadas, ou seja, são formadas pelos agentes pessoas/empresas e suas conexões. O Facebook, Twitter, Instagram, etc., são, na verdade, plataformas de Redes Sociais.

Devido a isso, acho que não é um equívoco chamarmos, por exemplo, aplicativos como o Whatsapp, o WeChat e o Line de Redes Sociais. As pessoas estão conectadas em rede, afinal. No post de hoje, listarei uma série de plataformas utilizáveis, resumindo cada uma delas, algumas bem famosas, outras nem tanto. Há de se frisar, no entanto, que elas interagem também entre si, o que é uma tendência nos dias atuais. Vamos a elas:

Facebook: A maior rede global do mundo, tanto que virou filme (A Rede Social, 2010) indicado ao Oscar. A teia de Mark Zuckerberg funciona com um algoritmo que leva em consideração suas preferências e relacionamentos, o que significa que quanto mais você interage com alguém, mais a plataforma incentivará essa relação. Possui ferramentas extremamente interessantes como “curtir”, “compartilhar” e “cutucar” e o sistema de linha do tempo, em que você recebe atualizações em tempo real o tempo todo.

Twitter: Uma plataforma cuja grande força é permitir que o usuário tenha apenas 140 caracteres por postagem, o que traz um dinamismo impressionante à rede. No mundo atual, onde a agilidade é ferramenta chave na vida das pessoas, estabeleceu-se como uma das maiores do mundo. O sistema de “seguidores” é bastante popular, uma espécie de “assinatura” para receber atualizações específicas de determinado usuário.

LinkedIn: A rede de negócios. Utilizada por profissionais de diferentes ramos para troca de experiências, debates, e quaisquer outros canais de negócio. Nela, o perfil exalta dados curriculares do usuário, sendo uma grande ferramenta de relacionamento para cliente/empresa e funcionário/empresa.

MySpace: Uma rede social bastante interativa, contando com serviços de blogs, fotos, e-mails e fóruns. Chegou a ser a plataforma mais popular do mundo, mas no Brasil não pegou.

Orkut: A primeira grande febre no país, perdeu força com o crescimento do Facebook. Possui um bom sistema de busca por interesses  em comunidades (o que o Facebook, por exemplo, não faz com propriedade) e um sistema de fóruns extremamente eficaz.

Instagram: Um aplicativo focado no compartilhamento de imagens. Nela, os usuários interagem através da divulgação de fotos, também com o sistema de “curtir” embutido. Uma das principais características é a permissão para editar as fotos no momento de postá-la, com a aplicação de filtros e outros recursos.

Foursquare: Baseado localização, basicamente incentiva os usuários a fazerem “checkins” a partir dos locais onde estiveram. Em uma interface bastante simples, os usuários ganham pontos e abrem novas opções de atualização ao conquistarem objetivos propostos pela plataforma.

SlideShare: Uma das mais famosas plataformas da atualidade, permite aos usuários compartilharem slides e apresentações. É utilizada principalmente no meio acadêmico.

Tumblr: O Tumblr é uma plataforma de blogs em que as postagens são curtas, incentivando bastante a interação entre os usuários. É uma mistura entre plataforma de blogs e o Twitter.

Flickr: Uma plataforma também baseada na troca de imagens, porém, utiliza as tags para categorização das imagens, facilitando assim o sistema de buscas.

Google +: A Rede Social da maior e mais influente empresa de serviços de internet e softwares do mundo. Ainda não pegou no Brasil, mas certamente já cresceu muito. Baseia-se (como todos os serviços do Google) na interação entre accounts, ou seja,  a sua conta de e-mail. É um sistema excepcional, que leva em consideração suas preferências de acordo com o que você curte (nessa plataforma chamado de “mais um”). Possui um sistema excelente de Hangouts (conversas coletivas através de vídeo), comunidades (revivendo o Orkut), organização por círculos, detalhando níveis de relacionamento, entre outros.

YouTube: Uma das grandes revoluções da rede, permite ao usuário compartilhar vídeos. Torna-se, assim, uma biblioteca infindável de vídeos em que o internauta pode carregar de vídeos amadores e profissionais.

Reddit: Nessa plataforma social, os votos  fazem você aparecer ou não. De acordo com as análises positiva ou negativa, o conteúdo são mostrados ou não para os outros usuários. Quanto mais análises positivas, mais visibilidade ao seu conteúdo.

Filmow: Uma rede social que eu, particularmente, gosto muito. Nela, o usuário classifica os filmes que já assistiu e seleciona aqueles que ainda quer assistir, contando ainda com a classificação e análise de outros  usuários. Essencial para os fãs de cinema.

Skoob: Semelhante ao Filmow, mas para livros. Você pode, ainda, comprar e encontrar downloads e meios para compra de obras que você queira.

Pinterest: Baseado na divulgação de imagens e quadros, com o diferencial de “coleções”. Esse sistema foi eleito pela revista Time como um dos melhores disponíveis na web. De fácil interação e utilização, vem crescendo exponencialmente em diversos países.

Badoo: Uma rede que incentiva os relacionamentos (amorosos ou não). Aqui, incentiva-se a interação entre pessoas desconhecidas, diferente das maioria das Redes Sociais, que se direcionam a pessoas que já se conhecem.StumbleUpon: Aqui, você só recebe conteúdo de seu interesse, ou seja, só vai interagir com pessoas que gostem de coisas que você também goste.

Whatsapp: Um dos aplicativos melhor avaliados no Brasil, é um chat para mobile, onde é possível também a criação de grupos.

WeChat: Similar ao Whatsapp, porém sem a criação de grupos e o diferencial “olhe ao redor”, onde você encontra pessoas próximas a você que também tenham o aplicativo.

Down: Um aplicativo voltado apenas para relacionamentos físicos. Nele, você avalia os seus amigos do Facebook com quem você teria relações e só fica sabendo se os seus amigos teriam relações com você caso eles também te marquem.

Snapchat: Voltado para o compartilhamento de fotos pessoais e vídeo de curto prazo. Depois de um tempo determinado por quem enviou (de 1 a 10 segundos), o arquivo simplesmente desaparece e nunca mais pode ser recuperado.

Vine: É a rede de vídeos do Twitter. Com ela, você pode fazer vídeos de no máximo seis segundos. A ideia é fazer um Instagram em movimento, sem demoras para carregamento.

Blogger/Wordpress: As melhores ferramentas para blogs existentes. Com elas, você pode seguir outros blogs de interesse e divulgá-los. Possuem diversas ferramentas para personalização da sua página.

Ask.fm: A Rede Social de perguntas e respostas. Nela, o usuário é perguntado por pessoas (identificadas ou não) e respondem em seu mural. O nível de interação é enorme, pois as pessoas tendem a fazer perguntas que normalmente não fariam frente à frente.

Bom, isso não é nada quando tratamos de Redes Sociais na internet. Citei algumas das mais importantes e utilizadas em nosso país, mas, claro, existem milhares de outras redes que, inclusive, são criadas diariamente. Assim é o ambiente virtual, mutante. A moda de hoje, pode não ser a moda de amanhã (e provavelmente não será).

Lucas Amaral Nunes