Widbook, a Rede Social para autores

Widbook Face

Como todos sabem, este analista e blogueiro trata dos mais diversos temas sobre mídia online, mas, principalmente, sobre as Redes Sociais. Embora tenha conhecimento sobre diversas delas, inclusive as segmentadas (uma tendência contemporânea sobre a qual falarei mais tarde), como o Filmow  e o Skoob, ambas já comentadas no blog, esta, especialmente, não foi reconhecida via trabalho. Portanto, a análise é feita a partir de um heavy user da plataforma, diferente das outras comparações feitas a partir de um usuário relativamente novo. Este blogueiro é, também, um escritor amador (link para o meu projeto aqui), de modo que essa rede, especialmente, foi encontrada com objetivos próprios em mecanismos de busca.

O Widbook é uma plataforma para autores e leitores compartilharem conteúdo. Mas, a partir disso, é possível descobrir novas funcionalidades que podem ser úteis desde professores e escritores de diário a grandes celebridades da dramaturgia e literatura. É uma agradável mixagem, algo entre Google Drive, Evernote e Facebook. Essa ferramenta é revolucionária justamente por agregar os conceitos de Rede Social (compartilhável, interativa) e Ferramenta (útil, facilitadora).

Alguns dos aspectos que a tornam única:

Composição / Design

No Widbook é possível visualizar o livro prontinho, no formato em que ele ficaria caso fosse editorado. Não sei se funcionará como catalisador para outras pessoas, mas pessoalmente, a visualização do livro ajuda muito no processo criativo. Escrever no papel pode ser a melhor saída para alguns, mas eu tentei iniciá-lo por mais diversas vezes, sempre com rascunhos imperfeitos. Na noite em que ingressei no Widbook, meu primeiro capítulo ficou pronto. Embora a ideia já estivesse lá, sofri um estímulo imediato que me fez mudar de um escritor mudo para um tagarela digital.

Além disso, fica muito mais organizado. É só clicar nos capítulos e nas páginas para ir imediatamente aonde você precisa. \o/

Livro1

Vídeo e Imagem

É possível anexar vídeos e imagens aos seus manuscritos. Mais um recurso que você jamais teria naquele seu velho caderno de papel. E um recurso que, imagino eu, deva ser bastante útil para professores, quase como uma apresentação em Powerpoint, mas sem aquela limitação de espaço que fazem pirar quando há muito texto. =)

Interação com outros autores/leitores

Como explicado no conceito de Redes Sociais, esse é o aspecto principal para defini-la como tal. Os leitores podem opinar na criação da sua obra, lhe dando o feedback necessário para que o autor possa compreender seus erros e acertos. É um combustível social, que faz com que muitos dos escritores desestimulados com suas obras retomem as rédeas da narrativa. Não há nada melhor do que saber que existem pessoas lendo aquilo que você escreve!

Compartilhável

Há como vincular a sua conta ao Facebook, ao Twitter e ao Evernote, fazendo com que a divulgação do seu livro seja bastante prática. Sabe aquele resumão que você fez no Word da última prova? Que tal compartilhá-lo com os seus amigos para que todos possam estudar juntos. E eles podem até editar o conteúdo.

Móvel

O WidbMovel2ook possui um aplicativo integrado à versão online. Pare e pense. Se você tem que pagar por grande parte do conteúdo no seu Kindle, aqui as pessoas comuns e grandes autores fornecem, gratuitamente, algo que pode vir a ser igual ou melhor a algo que você pagaria. A ferramenta mobile é perfeita para aquele momento na fila de espera do banco ou no trajeto de ônibus até o trabalho.

Perenidade

Seu PC estragou? Não se preocupe, o que você escreveu no Widbook é perene. 😉

Colaborativo

Como citado, há a possibilidade de convites a outros autores. Existem livros que são escritos no sistema de crowdfunding, ou seja, por dois ou mais escritores, fazendo com que obras coletivas se apresentem aos usuários. Além disso, é possível comentar, marcar determinadas passagens dos livros (um verdadeiro marca texto digital), entre outros recursos de interação.

Conteúdo automaticamente indexável

Uma das principais características do Widbook, e algo que a torna simplesmente magnífica, é o fato de todo o conteúdo nos livros divulgado é automaticamente indexável aos resultados de SEO. Isso significa que se alguém for no Google ou Yahoo! e fizer uma busca, é possível que o seu livro apareça nos resultados. Sensacional, né?

Busca

É possível fazer um filtro entre gêneros para ler o que você gosta ou conhecer sobre novos assuntos. Afora isso, você tem sua própria estante, na qual você coloca seus livros favoritos separados por temáticas.

Utilidade pessoal

Constantemente, eu utilizo o Widbook para textos que eu não pretendo publicar. Explicando: eu, como todos os autores de fantasia, tenho um complexo mundo criado com culturas, religiões, personagens, aspectos sociais, de personalidade, entre outros, que às vezes podem fazer com que até mesmo o mais atento dos criadores se perca. Portanto, desenvolvi minha própria enciclopédia, a qual consulto quando me perco em meu próprio mundo. Claro que isso não é apenas para autores de fantasia! Você pode, por exemplo, criar poesias com quem você não quer compartilhar, ou até mesmo fazer uma colinha pra estudar nos minutos antes da prova final. Ache a sua utilidade! 😮

Prazer da leitura

Tanto para quem lê os livros no desktop quanto no aplicativo móvel, a plataforma proporciona uma leitura bastante agradável. O sistema de leitura noturna (com fundo preto e letras brancas) é sensacional.

Conclusões finais

O Widbook é uma ferramenta extremamente útil nos conceitos contemporâneos de experiência do usuário, pois facilita seja qual for o tema ou o nicho escolhido pelo usuário, incentivando constantemente a alimentação à imensa biblioteca virtual que é a internet. Acredito que recomendações são dispensáveis diante de tantas informações a respeito da plataforma.

Vestígios

Comentários e críticas são sempre bem-vindos.

A diferença entre a Rede de Pesquisas e a Rede de Display do Google

Redes Display e Pesquisas

A melhor maneira de se trabalhar com o Google Adwords é fazendo campanhas distintas nas duas redes, já que elas funcionam de maneiras diferentes. Saiba quais são as principais diferenças entre elas:

A Rede de Pesquisas

Quando você pensa em fazer uma pesquisa no seu computador, seja pro seu trabalho de escola ou apenas para se informar, no que você pensa? A resposta imediata, para cerca de 85% da população brasileira (leia mais aqui), é a mesma: Google. Quando o usuário faz uma busca, aparecem dois tipos de resultados:

1- os orgânicos (resultados não pagos, onde o Google utiliza um algoritmo secreto com critérios diversos para determinar a relevância. É ai que trabalha o profissional de SEO, ou Searching Engine Optimization).

2- os links patrocinados (resultados através de cruzamentos de palavras-chave. Os anunciantes as escolhem e pagam por clique em suas páginas).

Google Adwords - Rede de Pesquisa

Observe essa busca feita através da combinação de palavras-chave “carro novo”. Os anúncios foram destacados em vermelho. Note que os resultados pagos que aparecem centralizados ficam em uma caixa com uma cor rosa levemente diferente do branco no restante da página (nesse caso, os três primeiros) e também aparecem na barra lateral. Repare também que o próprio buscador avisa que se trata de resultados patrocinados.

Observações importantes:

– Os resultados das buscas são independentes, ou seja, uma não influencia na outra.

– Os resultados são diferentes em plataformas móveis (será tratado mais tarde).

– Outras plataformas do Google também estão vinculadas à Rede de Pesquisa, como o Gmail, o YouTube, o Orkut e o Blogger.

A Rede de Display

Existem plataformas associadas e cadastradas no Google Adsense que são parceiras do Google. Elas vão desde grandes portais (G1, Último Segundo, etc.) a pequenos sites e blogs. O que isso quer dizer? Significa que essas plataformas autorizam a veiculação de anúncios em seus sites, e são financeiramente recompensadas por isso. Dessa maneira, o anúncio pode aparecer apenas em sites específicos e direcionados por temas. Por exemplo: se você entrar em um site sobre cães, possivelmente os anúncios que aparecerão serão relacionados a animais, como rações, coleiras, etc. Mas não necessariamente, isso quem determina é o autor da campanha. Grandes anunciantes como a Saraiva, o Submarino e o Decolar.com investem nos mais diversificados ramos da internet.

Google - Rede de Display

Google Adwords - Rede de Display

Observe as imagens feitas através do site Doentes por Futebol. Perceba que, em destaque, há dois anunciantes: o CCAA, uma escola de inglês muito popular no Brasil e a Samsumg, a gigantesca corporação de tecnologia da informação. Isso quer dizer que essas empresas fizeram amplas pesquisas e decidiram investir em anúncios em diversos tipos de sites, incluindo o site em questão, especializado em esportes, mais especificamente o futebol. Cada vez que o usuário entrar na página, aparecerão, muito provavelmente, anúncios diferentes. Porém, há a opção de segmentação, como vemos abaixo:

Google - Rede de Display 2

Nesse caso, um grande anunciante, a Netshoes, segmentou seu público, ou seja, decidiu veicular sua marca e produtos esportivos em um dos grandes parceiros da Google, o globoesporte.com (vinculado ao portal G1).

O Google oferece um mundo totalmente novo para quem quer investir em publicidade na internet, os quais podem ser utilizados em prol de campanhas de marketing de variados tipos e dimensões, dependendo da estratégia escolhida. Mas se há algo inquestionável, é a eficiência desses sistema.

Google Expert: Training Day – Impressões

Google Training Day

Na semana passada pude estar presente no dia de treinamento do Google Adwords, que foi nomeado Google Expert: Training Day. As aulas, ministradas simultaneamente em diversas das mais importantes cidades do Brasil, ensinou, em caráter iniciante, como investir nas palavras patrocinadas do Google.

Embora as dinâmicas planejadas não tenham sido exatamente interativas, eu gostei bastante da aula em si. Para alguém que, como este blogueiro, não possui conhecimento avançado nessa ferramenta, foi bastante importante enxergar como funcionam, por exemplo, os dois tipos de Rede (de pesquisa e de display) do Google. Além disso, a adaptação à interface e a descoberta de recursos como os tipos de correspondência de palavras-chave, definições básicas de CTR (Taxa de cliques), a importância das impressões e etc. foram bastante úteis.

Nos próximos dias, pretendo fazer a prova básica do Google, portanto postarei aqui alguns de meus estudos, visando auxiliar também aos leitores desse blog.

Um grande abraço!

O lado bom do Hummingbird, o novo algoritmo do Google

Hummingbird

Há um mês, o Google lançava o seu novo e polêmico algoritmo, o Hummingbird (beija-flor em português), que teve uma grande repercussão na mídia e, principalmente, entre os profissionais do mundo do Marketing Digital. Ele mudará pra sempre as estratégias de SEO (Searching Engine Optimization)  a serem utilizadas, o que causou tamanho furor e até desespero. Ai, minha nossa senhora, Scooby! Tem um monstro atrás de nós! Calma. De um ponto de vista um tanto quanto egocêntrico, o The Socialpedia mostra o lado positivo desse misterioso beija-flor.

Embora ainda seja objeto de estudo (como disse, foi lançado há apenas um mês), vou demonstrar aqui a minha visão pessoal do Hummingbird. Em primeiro lugar, o maior beneficiado com essa atualização é o… é o… wait for it… o usuário! Exato! Ao que tudo indica, as buscas passarão a ser mais semânticas, ou seja, facilitarão a vida do internauta e trarão resultados até ele com mais eficácia. O SEO irá enfraquecer? Talvez. Acredito que as técnicas terão que ser revisadas, pois não mais bastará a escolha das palavras certas para que a sua página fique bem ranqueada. Pra quem não conhece (e essa é uma visão um tanto quanto crua, já que eu também estou longe de ser um especialista), o trabalho de SEO consiste em descobrir palavras-chave (através do Google Adwords) que elevem o seu nome nas buscas, e ai você coloca ela duas ou três vezes em um texto, uma no título, uma na tag e… como em um passe de mágicas, seu site aparece nos primeiros resultados dos mecanismos de busca! Claro que essa competência é muito mais complexa do que o citado (como por exemplo, reconhecer nichos na cauda longa), mas esse é um resumo para iniciantes sobre o que se trata.

Claro, existem técnicas legais e outras nem tanto assim, o chamado “black hat“. Eu tinha um amigo que buscava no Adwords as palavras mais buscadas. Por exemplo, houve um tempo em que Anderson Silva, o lutador de MMA, apareceu na mídia e seu nome emergiu como uma potência nos mecanismos de buscas. O rapaz citado viu isso e fez o quê? Escrevia sobre o Anderson Silva em sua página pessoal. Eis o erro: ao invés de escrever um conteúdo agradável e didático, ele simplesmente escrevia a palavra “Anderson Silva” várias vezes. Isso é uma técnica ilegal e que faz com que as pessoas caiam em sites com pobreza de conteúdo, uma falha do antigo algoritmo do Google. A conta desse moço acabou sendo deletada e não pode mais ser reativada por violação das regras do buscador.

Entendem agora o porquê de o Hummingbird ser um mecanismo diferenciado? Segundo prometem os desenvolvedores, o filtro ficará mais forte e, acredito eu, será direcionado de acordo com os seus interesses (inclusive, a opção + 1 no Google + influenciará nos resultados). Isso significa que os resultados podem ser diferentes dependendo de variáveis como idade, gostos, gênero, preferências, etc. (técnicas já existentes, mas sem tanta eficiência até então).

E o mais importante de tudo isso: o Google passará a valorizar agora a geração e a qualidade do conteúdo. Acho que, ao fim do ano, em Dezembro, as agências e grandes portais perceberão que não haverá outra saída a não ser a atualização constante e com qualidade de suas páginas. Para os usuários, isso é ótimo, afinal quem é que não quer uma biblioteca cada vez mais ampla e com cada vez mais autores qualificados, não é mesmo?

Para mim, iniciante na área, é, também, uma oportunidade. Alguns verão egoísmo nessa declaração, mas é a mais pura realidade. Se os profissionais experimentados terão que se readequar e com certeza trarão algo de suas antigas experiências consigo, os mais jovens poderão adentrar com tudo nesse novo caminho aberto belo Beija-Flor. Se você é um deles, não deixe a chance escapar!

Um grande abraço!

E se as marcas fossem sinceras? (compilação)

Pizza Hut

Hoje farei uma postagem mais leve, apenas para descontração. Ontem tratamos de um assunto seríssimo, que foi a retaliação do consumidor. O que temos hoje pode ser considerado um exemplo de retaliação, pois relembra alguns pontos negativos das empresas, porém, tem um cunho muito mais humorístico do que crítico.

Compilei uma espécie de meme que fez muito sucesso na internet, da série “E se as marcas fossem sinceras?”, trazendo alguns slogans divertidos que frisam algumas das falhas das empresas. Vale a pena conferir!

 

Marcas Sinceras 10

Pepsi: quando não tem Coca… Essa eu acredito que todos já sentiram na pele, não é mesmo?

Marcas Sinceras 12

Candy Crush, a versão em jogo da cocaína pura. Eu até hoje não experimentei por saber o quão viciante é… hahaha…

Marcas Sinceras 16

Muitos reclamam do Peixe Urbano com relação a isso, mas ainda é um sucesso total.Marcas Sinceras 18

E mesmo assim, o impresso vive!Marcas Sinceras 19

Au… essa foi pesada, hein.

Marcas Sinceras 20

E faça o possível para instalar de primeira! Boa sorte!Marcas Sinceras 21

Mas minha mãe diz que é lindo. Tá cansada de lavar sapato, aposto!Marcas Sinceras 24

Especial para os gordinhos!Marcas Sinceras 25

É, Nokia… os bons tempos se foram.Marcas Sinceras 26

Mais uma das pesadíssimas. Marcas Sinceras 28

Windows: vai funcionar por enquanto. Antes dos malditos updates automáticos, claro. Marcas Sinceras 29

Não entendi. Qual a piada com … Gina? =pMarcas Sinceras 30

Na padaria mais próxima de você. Marcas Sinceras 31

Buuuum!Marcas Sinceras 32

Tecle 1 para reportar um problema… 2 para pacotes… 3 para programação… 4 para eventos… e assim por diante.Marcas Sinceras 33

Totosa!Marcas Sinceras 34

Em prol do estagiário!Marcas Sinceras 35

Não era a mesma coisa sem segurar a arminha…Marcas Sinceras 36

+ do mesmo.Marcas Sinceras 37

É duro, né? :pMarcas Sinceras 38

É melhor deixar do Jeitoquitá.Marcas Sinceras 39

Mas o danado salva em vários momentos, não é mesmo?Marcas Sinceras 40

Subaquática.Marcas Sinceras 41

E reze pra não cair.Marcas Sinceras 42

Remédio pra amnésia (a favor dela).Marcas Sinceras 43

Danger!Marcas Sinceras 44

Não se engane. Marcas Sinceras 45

“Desculpe, senhor, seu voo é às 13 no horário de Bangcok”Marcas Sinceras 46

Eu prefiro murcho. Marcas Sinceras 47

Já dizia Fábio Porchat.Marcas Sinceras 48

Quem nunca?Marcas Sinceras 49

“Mas mãe, tem verde!”Marcas Sinceras 50

Nunca usei. Ehj Djificil?Marcas Sinceras1

Quem nunca? (2)Marcas Sinceras2

Digo o mesmo do PS4.Marcas Sinceras3

Esse problema já foi resolvido. Injustiça demais. Marcas Sinceras4

É mesmo a segunda opção de todos?Marcas Sinceras5

E invadimos seu banheiro durante a escovação para uma entrevista. Marcas Sinceras6

Será que não?Marcas Sinceras7

A vida é dura, Google…Marcas Sinceras8

Um tanto quanto preconceituoso esse. Coloquei apenas para demonstração. Marcas Sinceras9

Educativo. Marcas Sinceras11

Fedex: provavelmente está quebrado. Nunca chega inteiro?Marcas Sinceras13

LutoMarcas Sinceras15

Governamental mas real. Marcas Sinceras22

Enrolação… mas não pra todos!Marcas Sinceras23

Olimpíadas. Vem ni mim, dimdim!Marcas Sinceras24

Myspace e o seu precoce fim.

 

Bom, espero que tenham gostado. Amanhã volto a falar sobre temáticas mais didáticas. E, por favor, não se ofendam com as brincadeiras. Quaisquer críticas são bem-vindas.

 

Geek, nerd e neogeek

Nerd

Há aproximadamente um mês, eu inaugurava orgulhosamente este blog, fruto de indicação do professor Olímpio Araújo para os meus estudos digitais. A primeira dúvida que eu tive foi com relação ao nome. “Socialpedia” parecia bom, mas já havia um registro. Acrescentei o “The” e os resultados vêm sendo satisfatórios (embora ainda planeje tirar o artigo posteriormente). Logo depois, tive que escolher entre o WordPress e o Blogspot. Acabei optando pela plataforma na qual eu já tinha algum conhecimento. Depois, problemas com design, formatação, testes, análises, etc. Enfim, embora possa parecer um processo simples, as opções oferecidas pela web são tão vastas que é difícil ter certeza de algo.

Mas nenhuma dessas dúvidas me deixou tão desconcertado quanto a pequena descrição exigida pelo perfil. Falar sobre mim sempre foi difícil, ora por acreditar que eu poderia superestimar minhas habilidades, ora pelo contrário, que eu poderia subestimar-me. Eu não sou bom eu auto-descrição, no entanto, o blog precisava refletir um pouco da minha essência.

Eu não queria ser confundido com um nerd, aquele sujeito estranho, anti-social, tímido e estudioso (como o cara da foto), adjetivos que definitivamente não se aplicam a mim (embora sob determinada perspectiva, todos sejamos estranhos). E mais: como uma pessoa anti-social poderia trabalhar com Mídias Sociais? Um termo contemporâneo que vem sendo utilizado para designar uma nova espécie de nerd, um rapaz já não tão esquisito que vai a festas, pratica esportes, interagem com alguma naturalidade, possuem senso de humor e não têm o rosto coberto por espinhas e óculos de fundo de garrafa. Este é o geek, termo que se aplica aos viciados em computadores e tecnologia, fãs de games, aficionados por ficção e fantasia, otakus, entre outros, como você confere neste artigo do Tecmundo. Ser geek não é motivo de vergonha. De um certo modo, eu diria que toda a geração Y é Geek, afinal, somos, em grande maioria, reféns de nossos smartphones, computadores e etc.

Ainda assim, não era suficiente. Essa pequena confusão entre os dois termos me incomodava, e o fato de sermos todos dependentes da tecnologia o tornava muito genérico. Portanto, em um ato de genialidade digno do Dr. Frankenstein (com direito a relâmpagos ao fundo) criei um novo termo: Neogeek. Soava importante, ao passo em que designa um novo profissional, moderno, engajado, dinâmico… bem, olha eu ai, me superestimando. Satisfeito com este simples gesto, criei a minha pequena descrição, que você pode ler bem ao lado, abaixo da minha foto. Mais tarde, em uma pesquisa intensa e estudos meticulosos, o que significa que apenas joguei a palavra no Google, descobri que minha invenção na verdade se tratava de plágio. Mas não pensem que me frustrei. Muito pelo contrário, me senti representado por uma classe, eu havia uma Definição no Google (com D maiúsculo, pra frisar a importância)!

O Urban Dictionary é uma espécie de Dicionário Informal, uma Wikipedia de semântica. Lá, o neogeek, já fazendo a tradução, é definido como:

Neogeeks são geeks que, em todos os sentidos, deveriam ser classificados como macho/fêmea alfa, pois eles têm qualidades (boa aparência, habilidades avançadas de socialização, humor, etc.), mas escolheram abandonar essa vida para dar prioridade ao que eles gostam, sendo ou não coisas de geek. Mas na maioria das vezes geek.

Garota 1: Ó, meu Deus. Aquele cara é tão bonito, mas ele é viciado em Dungeons and Dragons!
Garota 2: É, ele totalmente neogeek.
Bom, eu não abandonei completamente a minha vida social, mas continuo assistindo séries, fascinado por literatura medieval e alguns HQ’s (principalmente Alan Moore), entre outras atividades geekys.
Espero que tenham gostado dessa matéria, um pouco mais leve e que sai um pouco da temática didática do Marketing Digital!

Análise de aplicativo: Waze

Waze1

A partir de hoje, contribuirei aqui com análises sobre aplicativos mobile como um consumidor, sem levar em consideração o olhar empresarial e profissional da plataforma.

Aplicativo: Waze

Compatibilidade: iOS ou Android

Funcionalidade: GPS (Navegação)

Nota: 9

O Waze é um aplicativo de navegação baseado em solidariedade, em que usuários ajudam-se mutuamente. Antes de testá-la, é difícil imaginar o quão vantajosa é essa ferramenta, tamanha a sua funcionalidade e dinâmica, de maneira divertida e atraente. Tanto que, ao menos para mim, um jovem motorista que constantemente se confunde pelas ruas da cidade, se tornou um dos mais importante e utilizados aplicativos, atrás apenas das plataformas sociais (WhatsApp, WeChat, Facebook, Twitter, etc.).

Ele foi criado em 2006, mas tem seu auge em 2013, ano em que foi adquirido pela segunda empresa mais valiosa do mundo, a Google. De fato, ele representa uma revolução nos sistemas de GPS (Sistema de Posicionamento Global), justamente por agregar informação humana ao sistema de satélite.

Isso quer dizer que o sistema de mapeamento é modificado constantemente a partir de informações cedidas pelo usuário. Por exemplo, se você está em um engarrafamento, pode avisar através de um simples toque no celular. Dessa maneira, você ajuda outros usuários, chamados de Wazzers, que fazem o mesmo por você. Vale o mesmo para acidentes, barreiras policiais, radares e quaisquer outras informações relacionadas ao trânsito.

Não se engane achando que poucas pessoas utilizam e contribuem com o aplicativo, pois a atualização é constante, e irei explicar o porquê. O Waze é um aplicativo que trabalha com a ideologia de um game, ou seja, quanto mais você contribui, mais pontos ganha, podendo desenvolver o seu avatar e ganhar credibilidade e novas funcionalidades dentro do aplicativo. Ou seja, o usuário é estimulado a contribuir constantemente. Simplesmente fantástico, não?

As pessoas (e amigos) que utilizam o Waze e estão ao seu redor também são identificáveis na própria tela de navegação, e você pode contactá-las via mensagem direta. Você ainda pode escolher pelas opções de “caminho mais curto” ou “caminho mais rápido“. No segundo, questões de tráfego serão consideradas para que você chegue ao seu destino.

Waze2

No Waze, você identifica as pessoas ao seu redor que também estão conectadas.

Portanto, o Waze pode te salvar de ficar horas no congestionamento ou te alertar daquele radar inesperado que você não havia visto, além de indicar quais são os lugares mais baratos para abastecer! Há alguns dias, acreditem, ele me avisou sobre um carro que estava no acostamento! O sistema de voz para orientação já pode ser baixado em português. Além disso, possui interatividade com outras Redes Sociais como o Facebook (avisando quando os seus amigos estão utilizando o Waze por perto) e Foursquare (com o sistema de checkins).

De fato, não há como questionar a utilidade e a usabilidade da plataforma, mas há de se destacar alguns pontos negativos. Há ainda algumas falhas no mapa (como vias que não existem mais ou agora são de mão única), que também podem ser denunciadas pelo utilizador. Ontem, ao navegar por uma via de tráfego intenso, me veio a primeira publicidade feita através do Waze, me avisando que havia uma concessionária Fiat perto de mim e perguntando se eu não gostaria de visitá-la. Porém, esse pequeno anúncio sumiu com apenas um toque. Há também, claro, problemas com o sinal do 3G (relacionados à operadora, não ao aplicativo), o que, algumas vezes, pode ser prejudicial para atualizar com rapidez uma nova rota, por exemplo.

De fato, esse novo aplicativo que mescla uma Rede Social com um sistema extremamente importante nos dias de hoje, que é a tecnologia GPS, é simplesmente fantástico. Acredito que, no futuro, haverá um monopólio dessa tecnologia, em que os sistemas de satélite traçarão as rotas, mas auxiliados pelos usuários.

As Redes Sociais

blog

Bom, de uma forma popular, esse termo é utilizado para se referir ao Facebook, ao Twitter, ao Instagram, entre outras ferramentas digitais. Porém, segundo a renomada professora e pesquisadora Raquel Recuero, autora do excelente livro “Redes Sociais na Internet”, as Redes Sociais são metáforas para as praças virtuais. O que isso significa? As Redes Sociais são, então, estruturas sociais, onde os internautas estão conectadas, ou seja, são formadas pelos agentes pessoas/empresas e suas conexões. O Facebook, Twitter, Instagram, etc., são, na verdade, plataformas de Redes Sociais.

Devido a isso, acho que não é um equívoco chamarmos, por exemplo, aplicativos como o Whatsapp, o WeChat e o Line de Redes Sociais. As pessoas estão conectadas em rede, afinal. No post de hoje, listarei uma série de plataformas utilizáveis, resumindo cada uma delas, algumas bem famosas, outras nem tanto. Há de se frisar, no entanto, que elas interagem também entre si, o que é uma tendência nos dias atuais. Vamos a elas:

Facebook: A maior rede global do mundo, tanto que virou filme (A Rede Social, 2010) indicado ao Oscar. A teia de Mark Zuckerberg funciona com um algoritmo que leva em consideração suas preferências e relacionamentos, o que significa que quanto mais você interage com alguém, mais a plataforma incentivará essa relação. Possui ferramentas extremamente interessantes como “curtir”, “compartilhar” e “cutucar” e o sistema de linha do tempo, em que você recebe atualizações em tempo real o tempo todo.

Twitter: Uma plataforma cuja grande força é permitir que o usuário tenha apenas 140 caracteres por postagem, o que traz um dinamismo impressionante à rede. No mundo atual, onde a agilidade é ferramenta chave na vida das pessoas, estabeleceu-se como uma das maiores do mundo. O sistema de “seguidores” é bastante popular, uma espécie de “assinatura” para receber atualizações específicas de determinado usuário.

LinkedIn: A rede de negócios. Utilizada por profissionais de diferentes ramos para troca de experiências, debates, e quaisquer outros canais de negócio. Nela, o perfil exalta dados curriculares do usuário, sendo uma grande ferramenta de relacionamento para cliente/empresa e funcionário/empresa.

MySpace: Uma rede social bastante interativa, contando com serviços de blogs, fotos, e-mails e fóruns. Chegou a ser a plataforma mais popular do mundo, mas no Brasil não pegou.

Orkut: A primeira grande febre no país, perdeu força com o crescimento do Facebook. Possui um bom sistema de busca por interesses  em comunidades (o que o Facebook, por exemplo, não faz com propriedade) e um sistema de fóruns extremamente eficaz.

Instagram: Um aplicativo focado no compartilhamento de imagens. Nela, os usuários interagem através da divulgação de fotos, também com o sistema de “curtir” embutido. Uma das principais características é a permissão para editar as fotos no momento de postá-la, com a aplicação de filtros e outros recursos.

Foursquare: Baseado localização, basicamente incentiva os usuários a fazerem “checkins” a partir dos locais onde estiveram. Em uma interface bastante simples, os usuários ganham pontos e abrem novas opções de atualização ao conquistarem objetivos propostos pela plataforma.

SlideShare: Uma das mais famosas plataformas da atualidade, permite aos usuários compartilharem slides e apresentações. É utilizada principalmente no meio acadêmico.

Tumblr: O Tumblr é uma plataforma de blogs em que as postagens são curtas, incentivando bastante a interação entre os usuários. É uma mistura entre plataforma de blogs e o Twitter.

Flickr: Uma plataforma também baseada na troca de imagens, porém, utiliza as tags para categorização das imagens, facilitando assim o sistema de buscas.

Google +: A Rede Social da maior e mais influente empresa de serviços de internet e softwares do mundo. Ainda não pegou no Brasil, mas certamente já cresceu muito. Baseia-se (como todos os serviços do Google) na interação entre accounts, ou seja,  a sua conta de e-mail. É um sistema excepcional, que leva em consideração suas preferências de acordo com o que você curte (nessa plataforma chamado de “mais um”). Possui um sistema excelente de Hangouts (conversas coletivas através de vídeo), comunidades (revivendo o Orkut), organização por círculos, detalhando níveis de relacionamento, entre outros.

YouTube: Uma das grandes revoluções da rede, permite ao usuário compartilhar vídeos. Torna-se, assim, uma biblioteca infindável de vídeos em que o internauta pode carregar de vídeos amadores e profissionais.

Reddit: Nessa plataforma social, os votos  fazem você aparecer ou não. De acordo com as análises positiva ou negativa, o conteúdo são mostrados ou não para os outros usuários. Quanto mais análises positivas, mais visibilidade ao seu conteúdo.

Filmow: Uma rede social que eu, particularmente, gosto muito. Nela, o usuário classifica os filmes que já assistiu e seleciona aqueles que ainda quer assistir, contando ainda com a classificação e análise de outros  usuários. Essencial para os fãs de cinema.

Skoob: Semelhante ao Filmow, mas para livros. Você pode, ainda, comprar e encontrar downloads e meios para compra de obras que você queira.

Pinterest: Baseado na divulgação de imagens e quadros, com o diferencial de “coleções”. Esse sistema foi eleito pela revista Time como um dos melhores disponíveis na web. De fácil interação e utilização, vem crescendo exponencialmente em diversos países.

Badoo: Uma rede que incentiva os relacionamentos (amorosos ou não). Aqui, incentiva-se a interação entre pessoas desconhecidas, diferente das maioria das Redes Sociais, que se direcionam a pessoas que já se conhecem.StumbleUpon: Aqui, você só recebe conteúdo de seu interesse, ou seja, só vai interagir com pessoas que gostem de coisas que você também goste.

Whatsapp: Um dos aplicativos melhor avaliados no Brasil, é um chat para mobile, onde é possível também a criação de grupos.

WeChat: Similar ao Whatsapp, porém sem a criação de grupos e o diferencial “olhe ao redor”, onde você encontra pessoas próximas a você que também tenham o aplicativo.

Down: Um aplicativo voltado apenas para relacionamentos físicos. Nele, você avalia os seus amigos do Facebook com quem você teria relações e só fica sabendo se os seus amigos teriam relações com você caso eles também te marquem.

Snapchat: Voltado para o compartilhamento de fotos pessoais e vídeo de curto prazo. Depois de um tempo determinado por quem enviou (de 1 a 10 segundos), o arquivo simplesmente desaparece e nunca mais pode ser recuperado.

Vine: É a rede de vídeos do Twitter. Com ela, você pode fazer vídeos de no máximo seis segundos. A ideia é fazer um Instagram em movimento, sem demoras para carregamento.

Blogger/Wordpress: As melhores ferramentas para blogs existentes. Com elas, você pode seguir outros blogs de interesse e divulgá-los. Possuem diversas ferramentas para personalização da sua página.

Ask.fm: A Rede Social de perguntas e respostas. Nela, o usuário é perguntado por pessoas (identificadas ou não) e respondem em seu mural. O nível de interação é enorme, pois as pessoas tendem a fazer perguntas que normalmente não fariam frente à frente.

Bom, isso não é nada quando tratamos de Redes Sociais na internet. Citei algumas das mais importantes e utilizadas em nosso país, mas, claro, existem milhares de outras redes que, inclusive, são criadas diariamente. Assim é o ambiente virtual, mutante. A moda de hoje, pode não ser a moda de amanhã (e provavelmente não será).

Lucas Amaral Nunes

Disciplina “Fundamentos do Marketing Digital” – Pt. 5

Paradigmas da Era Digital

Como já citado, Manuel Castells (1999) foi um dos teóricos da comunicação que mais utilizei em minha monografia. Ele trata de diversos conceitos do que ele chama de “Era da Informação”, em que a sociedade está organizada em redes, as atividades econômicas alcançam um caráter global e onde o indivíduo se torna cada vez mais exigente, reclamando por personalização.

Entramos, também, no conceito definido por Lévy (1999) e Lemos (2009), que é a forma sociocultural movida pela socialização em conjunto com a informática, que modifica os hábitos e o ritmo de produção de distribuição da informação, influenciando, assim, a sociedade com o um todo. Há, portanto, uma reconfiguração social, cultural e política, entrando no conceito de comunicação pós-massiva, em que o internauta é o pólo emissor. Lévy (2000) acha, ainda, que existe uma inteligência coletiva na web, construída através de comunidades e fóruns, o que favorece o processo de mobilização e enriquecimento mútuo entre os usuários.

Latour (1988) defende a  tese do Ator Rede, em que os sujeitos humanos (pessoas) e não humanos (artefatos técnicos como softwares e tecnologias) são os atores que agem na produção de experiências. Ou seja, esses artefatos transformam as ações das pessoas.

Mundos Pequenos

A teoria dos mundos pequenos parte do princípio de que uma conexão aleatória reduz a distância entre dois indivíduos. Para isso, uma analogia com um estádio de futebol pode ser feita. Se há dois agentes em pontos completamente opostos no estádio tentando se comunicarem, a informação terá que ser repassada de pessoa em pessoa até atingir seu objetivo (emissor <-> receptor), um processo longo e demorado. Mas se entregarmos um walkie-talk para um dos agentes e a uma pessoa próxima ao outro agente, a distância que a mensagem precisará percorrer diminui consideravelmente. Isso nos remete às experiências de Watts e Strogatz (1998), que confirmam que entre qualquer pessoa do planeta há apenas seis graus de separação. Isso é nada menos que a teoria dos Mundos Pequenos em escala global. Você (1) conhece alguém que conhece alguém (2), que conhece outra pessoa (3). A comunicação entre 1 e 3 se estreita através de 2. É assim a sociedade moderna. Mesmo laços fracos sustentam as redes.

Hubs

Os hubs são os consumidores mais influentes da internet. Eles compartilham, recrutam, analisam, ou seja, facilitam a troca de informação entre você e o seu público. Mapear quem são os hubs, buscando blogs e perfis que se interessam pelo seu tema é uma ótima estratégia de Marketing.

A Cauda Longa

Cauda Longa

A cauda longa é baseada na segmentação por nicho, por desejos especiais dos consumidores. A parte concentrada da cauda (corpo do dinossauro) são os hits e a cauda longa são os interesses específicos. Se existe uma busca muito grande por determinada palavra-chave no Google, por exemplo, existirá grande tráfego de páginas tentando alcançar o público que busca essa palavra-chave, o que dificulta que o seu site esteja entre os primeiros no mecanismo de busca. Portanto, a tarefa é identificar o nicho, palavras menos procuradas, mas que estão relacionadas ao seu público-alvo e irão atingir um substancial número de usuários. . A Netshoes, por exemplo, a empresa que mais investe em Marketing Digital no Brasil, tem atacado em grupos específicos, divulgando seus produtos para nichos e grupos.

The Groundswell

Segundo Li e Bernoff (2009), o Groundswell é uma metáfora para um fenômeno social nos negócios, uma onda que vem varrendo o mercado. Esse fenômeno é uma tendência social em que as pessoas se utilizam dos recursos disponíveis com a tecnologia para obterem seus desejos. É a perda de controle da mídia e a ascensão do consumidor como parte fundamental do marketing, o empoderamento do cliente. Essa transferência de poder pode ser notada, por exemplo, na campanha presidencial de Barack Obama, quando fez com que as pessoas falassem dele, criassem por si mesmas mídia e conteúdo (UGC).

ZMOT (Momento Zero da Verdade)

No Marketing tradicional, existem três etapas no processo de compra: o Estímulo (quando a empresa incentiva através das ferramentas disponíveis), o Primeiro Momento da Verdade (quando o cliente decide comprar o produto) e o Segundo Momento da Verdade (quando o consumidor experimenta, utiliza e tem sensações com o seu produto).

Na Sociedade em Rede, existe uma etapa entre o Estímulo e o Primeiro Momento da Verdade, o chamado ZMOT, que é quando antes da decisão da compra, o cliente pesquisa na internet sobreo produto. Vale ressaltar, também, que o Segundo Momento da Verdade, ou seja, as experiências obtidas pelo consumidor através do seu produto, é que alimenta o ZMOT. Isso quer dizer que as pessoas vão à internet expor suas experiências com o produto.