Orkut 10 anos: a Rede Social que mudou o Brasil

Orkut

No dia 24 de Janeiro de 2004, nascia uma rede social revolucionária, criada pelo engenheiro turco de mesmo nome: Orkut Büyükkökten. Com o objetivo de incentivar o encontro entre pessoas com interesses semelhantes, possuía uma interface bastante simples, onde o usuário podia adicionar amigos e debater sobre diversificados temas, desde os mais abrangentes (Política, Futebol, Brasil, Música Popular Brasileira) aos mais específicos (3º ano do colégio Ximboquinha, Eu conheço o Pedro, Clube de Pintura do Bairro Zequinha, Já zerei Pokemon Red).

Não é fácil dimensionar a importância dessa rede para o Brasil especificamente, já que ela não obteve tamanho sucesso em países como os Estados Unidos, apesar de ter alcançado bons índices na Índia, por exemplo. Embora muita gente não saiba, menos de duas semanas depois seria fundada a rede que domina atualmente a demanda de usuários brasileiros: o Facebook de Mark Zuckerberg, que mais tarde substituiria o Orkut como rede social favorita dos internauta por aqui.

Entre as várias novidades da plataforma, o Orkut possuía algumas vantagens em relação aos serviços de interação entre usuários mais utilizados na época, como o MSN Messenger, o ICQ, salas de bate-papo, e-mails e fóruns específicos. A seguir, uma pequena lista de alguns recursos fantásticos que fizeram com que grande parte dos usuários brasileiros aderissem os serviços da rede:

Perfil

Embora alguns servidores de e-mail já possuíssem tal função, o Orkut ascendeu com força no mercado devido ao fato de possuir um formato de perfil sistemático e ao mesmo tempo detalhado. Nele eram encontradas informações como idade, formação, signo e até um pequeno resumo sobre o usuário. Além disso, a rede germinou ao passo em que crescia o mercado de câmeras digitais no país, por isso grande parte dos perfis eram compostos também por fotos. Era o fim da era dos anônimos (pelo menos em tese), onde as pessoas com quem você conversava agora possuíam rosto e uma identidade explicada.

Exclusividade

Uma das sacadas mais geniais do Orkut foi o acesso exclusivo para convidados. É claro que isso não passou de uma jogada de marketing, mas com certeza ajudou a engrenar o sucesso da rede. Apenas usuários do serviço podiam convidar, através do e-mail, outros internautas. Essa sensação de “eu sou exclusivo” ou “VIP” (pessoa muito importante) durou apenas até a rede emplacar, já que depois o acesso foi totalmente liberado.

Comunidades

Essa ferramenta sensacional permite que o usuário busque e interaja com pessoas com interesses semelhantes. Gosta de miniaturas e maquetes? Com certeza você encontrará uma comunidade no Orkut a respeito. Prefere jardinagem? Futebol europeu? Receitas de bolo? Sim, os criadores das comunidades do Orkut eram os próprios usuários, o que fazia com que uma infinidade de fóruns de discussão sobre os mais variados temas fossem criados diariamente.

Fóruns

Muitas pessoas se surpreendem quando eu digo que ainda acesso o Orkut. A resposta, amigos, está neste tópico. O sistema de fóruns é infinitamente superior a qualquer outra rede social que eu conheça (e são muitas). Funciona assim: qualquer um pode criar um tópico, que pode ser comentado pelo mesmo ou por outros usuários. O último tópico comentado, fica acima na interface da comunidade, uma espécie de feed por atualização. Assim, você não corre o risco de entrar em um tópico desatualizado, a não ser que queira. Além disso, um sistema de buscas (que mais tarde foi alterado sem nenhuma explicação) bastante apurado, permitindo ao orkuteiro encontrar tópicos antigos em comunidades sem muita dificuldade.

Depoimentos

Falar de si não é uma das tarefas mais fáceis. Mas e se você transferisse essa responsabilidade para outras pessoas? No Orkut era assim: na sua página inicial, depoimentos dos seus amigos podiam ser visualizados. Obviamente, a maioria deles falavam bem do usuário em questão.

O Orkut para o marketing

À época, as empresas ainda não estavam totalmente antenadas aos novos costumes do consumidor e não investiam tanto nas redes sociais, mas algumas das mais espertas se saíam bem na divulgação no Orkut. Imagine que cada marca possui uma comunidade oficial, às vezes administrada por profissionais internos, outras por usuários, fãs ou odiadores. Era comum existirem comunidades de polos opostos (“Eu amo Coca-Cola” e “Eu odeio Coca-Cola”, por exemplo). Isso nada mais é do que feedback gratuito, uma pesquisa de mercado sem custos. Além disso, as comunidades concentravam números consideráveis de usuários interessados em temas específicos, o que as tornavam espaços de divulgação e interação fabulosos. Se ainda tivesse a mesma força, acredito que o Orkut seria muito melhor utilizado pelas empresas e profissionais de marketing hoje em dia.

A queda do Orkut

Muito se especula sobre os motivos pelos quais ocorreu a queda drástica de usuários do Orkut (hoje menos de 1% dos internautas brasileiros acessam a rede, ainda mais popular que o Google +, por exemplo). Além da “Era Facebook”, período em que um número considerável de pessoas converteram à plataforma de Zuckerberg, outros motivos contribuíram para o enfraquecimento da rede.

Uma mudança radical de interface e design, que ficou conhecida como o Orkut Novo, foi um dos pontos que fez com que alguns dos usuários abandonassem a rede. Outros recursos gráficos como a permissão da utilização de gifs (imagens em movimento) e letras coloridas poluíam as páginas de fóruns e scrapbooks (murais). O filtro de spams do Orkut também não era muito seguro, o que fazia com que vários usuários recebessem dezenas de recados indesejados e robóticos. Soma-se a isso o fato de aparecerem muitos fakes (perfis falsos), necessitando apenas de uma conta de e-mail em qualquer servidor para a criação de um perfil. Nesse momento, redes como o Facebook e o Twitter pareciam opções mais atraentes, e foi justamente para onde migraram grande parte dos usuários, uma espécie de êxodo virtual.

Esse é um efeito comum e cotidiano na rede, onde constantemente aparecem novas opções de Mídias Sociais com diferente objetivos e recursos. Há quem diga que as plataformas mobile como WhatsApp, WeChat e Instagram são a maior ameaça à rede de Zuckerberg atualmente. E você, o que acha do assunto?

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As Redes Sociais

blog

Bom, de uma forma popular, esse termo é utilizado para se referir ao Facebook, ao Twitter, ao Instagram, entre outras ferramentas digitais. Porém, segundo a renomada professora e pesquisadora Raquel Recuero, autora do excelente livro “Redes Sociais na Internet”, as Redes Sociais são metáforas para as praças virtuais. O que isso significa? As Redes Sociais são, então, estruturas sociais, onde os internautas estão conectadas, ou seja, são formadas pelos agentes pessoas/empresas e suas conexões. O Facebook, Twitter, Instagram, etc., são, na verdade, plataformas de Redes Sociais.

Devido a isso, acho que não é um equívoco chamarmos, por exemplo, aplicativos como o Whatsapp, o WeChat e o Line de Redes Sociais. As pessoas estão conectadas em rede, afinal. No post de hoje, listarei uma série de plataformas utilizáveis, resumindo cada uma delas, algumas bem famosas, outras nem tanto. Há de se frisar, no entanto, que elas interagem também entre si, o que é uma tendência nos dias atuais. Vamos a elas:

Facebook: A maior rede global do mundo, tanto que virou filme (A Rede Social, 2010) indicado ao Oscar. A teia de Mark Zuckerberg funciona com um algoritmo que leva em consideração suas preferências e relacionamentos, o que significa que quanto mais você interage com alguém, mais a plataforma incentivará essa relação. Possui ferramentas extremamente interessantes como “curtir”, “compartilhar” e “cutucar” e o sistema de linha do tempo, em que você recebe atualizações em tempo real o tempo todo.

Twitter: Uma plataforma cuja grande força é permitir que o usuário tenha apenas 140 caracteres por postagem, o que traz um dinamismo impressionante à rede. No mundo atual, onde a agilidade é ferramenta chave na vida das pessoas, estabeleceu-se como uma das maiores do mundo. O sistema de “seguidores” é bastante popular, uma espécie de “assinatura” para receber atualizações específicas de determinado usuário.

LinkedIn: A rede de negócios. Utilizada por profissionais de diferentes ramos para troca de experiências, debates, e quaisquer outros canais de negócio. Nela, o perfil exalta dados curriculares do usuário, sendo uma grande ferramenta de relacionamento para cliente/empresa e funcionário/empresa.

MySpace: Uma rede social bastante interativa, contando com serviços de blogs, fotos, e-mails e fóruns. Chegou a ser a plataforma mais popular do mundo, mas no Brasil não pegou.

Orkut: A primeira grande febre no país, perdeu força com o crescimento do Facebook. Possui um bom sistema de busca por interesses  em comunidades (o que o Facebook, por exemplo, não faz com propriedade) e um sistema de fóruns extremamente eficaz.

Instagram: Um aplicativo focado no compartilhamento de imagens. Nela, os usuários interagem através da divulgação de fotos, também com o sistema de “curtir” embutido. Uma das principais características é a permissão para editar as fotos no momento de postá-la, com a aplicação de filtros e outros recursos.

Foursquare: Baseado localização, basicamente incentiva os usuários a fazerem “checkins” a partir dos locais onde estiveram. Em uma interface bastante simples, os usuários ganham pontos e abrem novas opções de atualização ao conquistarem objetivos propostos pela plataforma.

SlideShare: Uma das mais famosas plataformas da atualidade, permite aos usuários compartilharem slides e apresentações. É utilizada principalmente no meio acadêmico.

Tumblr: O Tumblr é uma plataforma de blogs em que as postagens são curtas, incentivando bastante a interação entre os usuários. É uma mistura entre plataforma de blogs e o Twitter.

Flickr: Uma plataforma também baseada na troca de imagens, porém, utiliza as tags para categorização das imagens, facilitando assim o sistema de buscas.

Google +: A Rede Social da maior e mais influente empresa de serviços de internet e softwares do mundo. Ainda não pegou no Brasil, mas certamente já cresceu muito. Baseia-se (como todos os serviços do Google) na interação entre accounts, ou seja,  a sua conta de e-mail. É um sistema excepcional, que leva em consideração suas preferências de acordo com o que você curte (nessa plataforma chamado de “mais um”). Possui um sistema excelente de Hangouts (conversas coletivas através de vídeo), comunidades (revivendo o Orkut), organização por círculos, detalhando níveis de relacionamento, entre outros.

YouTube: Uma das grandes revoluções da rede, permite ao usuário compartilhar vídeos. Torna-se, assim, uma biblioteca infindável de vídeos em que o internauta pode carregar de vídeos amadores e profissionais.

Reddit: Nessa plataforma social, os votos  fazem você aparecer ou não. De acordo com as análises positiva ou negativa, o conteúdo são mostrados ou não para os outros usuários. Quanto mais análises positivas, mais visibilidade ao seu conteúdo.

Filmow: Uma rede social que eu, particularmente, gosto muito. Nela, o usuário classifica os filmes que já assistiu e seleciona aqueles que ainda quer assistir, contando ainda com a classificação e análise de outros  usuários. Essencial para os fãs de cinema.

Skoob: Semelhante ao Filmow, mas para livros. Você pode, ainda, comprar e encontrar downloads e meios para compra de obras que você queira.

Pinterest: Baseado na divulgação de imagens e quadros, com o diferencial de “coleções”. Esse sistema foi eleito pela revista Time como um dos melhores disponíveis na web. De fácil interação e utilização, vem crescendo exponencialmente em diversos países.

Badoo: Uma rede que incentiva os relacionamentos (amorosos ou não). Aqui, incentiva-se a interação entre pessoas desconhecidas, diferente das maioria das Redes Sociais, que se direcionam a pessoas que já se conhecem.StumbleUpon: Aqui, você só recebe conteúdo de seu interesse, ou seja, só vai interagir com pessoas que gostem de coisas que você também goste.

Whatsapp: Um dos aplicativos melhor avaliados no Brasil, é um chat para mobile, onde é possível também a criação de grupos.

WeChat: Similar ao Whatsapp, porém sem a criação de grupos e o diferencial “olhe ao redor”, onde você encontra pessoas próximas a você que também tenham o aplicativo.

Down: Um aplicativo voltado apenas para relacionamentos físicos. Nele, você avalia os seus amigos do Facebook com quem você teria relações e só fica sabendo se os seus amigos teriam relações com você caso eles também te marquem.

Snapchat: Voltado para o compartilhamento de fotos pessoais e vídeo de curto prazo. Depois de um tempo determinado por quem enviou (de 1 a 10 segundos), o arquivo simplesmente desaparece e nunca mais pode ser recuperado.

Vine: É a rede de vídeos do Twitter. Com ela, você pode fazer vídeos de no máximo seis segundos. A ideia é fazer um Instagram em movimento, sem demoras para carregamento.

Blogger/Wordpress: As melhores ferramentas para blogs existentes. Com elas, você pode seguir outros blogs de interesse e divulgá-los. Possuem diversas ferramentas para personalização da sua página.

Ask.fm: A Rede Social de perguntas e respostas. Nela, o usuário é perguntado por pessoas (identificadas ou não) e respondem em seu mural. O nível de interação é enorme, pois as pessoas tendem a fazer perguntas que normalmente não fariam frente à frente.

Bom, isso não é nada quando tratamos de Redes Sociais na internet. Citei algumas das mais importantes e utilizadas em nosso país, mas, claro, existem milhares de outras redes que, inclusive, são criadas diariamente. Assim é o ambiente virtual, mutante. A moda de hoje, pode não ser a moda de amanhã (e provavelmente não será).

Lucas Amaral Nunes

Doentes por Futebol, a resistência do Orkut e o momento crucial

Doentes por Futebol

Ainda em 2012, ajudei a fundar a fanpage Doentes por Futebol, fruto de uma parceria entre amigos que participam de uma comunidade do Orkut há muitos anos. Sim, ela existe até hoje e é bastante ativa e, de lá, surgiram vários contatos, conselhos, amigos e referências. E é, acreditem, um poço de cultura segmentada e geral, em variados assuntos. O sistema de fórum da rede social mais usada no mundo, o Facebook, não se compara ao do Orkut, e essa, pra mim, é a razão de ela ainda se sustentar tão fortemente. Volto a falar sobre a página: os amigos Filipe Frossard Papini (também mineiro, belo-horizontino e jornalista) e Felippe Garcia (publicitário e empreendedor digital) perceberam que as discussões sobre futebol ali eram de alto nível, e decidiram compartilhar isso com o mundo. A princípio, com a fanpage e, pouco tempo depois, com o brilhante site www.doentesporfutebol.com.br.

Recomendo, não por ter feito parte da equipe, mas por trazer material de excelência mesmo, onde a moçada realmente demonstra conhecimento no futebol especializado. Foram definidas equipes de arte, redação, revisão e alguns cargos administrativos, e eu fiquei responsável por coordenar a equipe do futebol mineiro e a minha coluna, “Lendas do Futebol”, na qual falava sobre históricos jogadores. Esse modelo já se dissipou, mas a abrangência da cobertura era algo impressionante. Campeonatos africanos, asiáticos, na Oceania. Futebol alternativo, de salão, feminino. Estaduais, nacionais, continentais. Só pra começar. É coisa de fanático mesmo e, eu garanto, com muita propriedade. Eu não estaria sendo justo caso não citasse o brilhante cronista Wagner Sarmento (autor da biografia do Popó) e o sensacional editor de vídeos Pedro Heil (HeilRJ no Youtube). Esses dois tiveram um destaque maior na mídia nacional, mas, em geral, a equipe é composta por gente de altíssimo nível. Ali, começava a me identificar com o formato de fanpage e, por mera curiosidade, visualizava o sistema de métricas e alcance das publicações, ainda diferentes do atual Facebook Insights.

Voltando à minha carreira, assim que saí do meu último estágio, por uma questão financeira e comodismo, passei a trabalhar com meu pai, que é empresário no ramo de Representação Comercial. Era óbvio que não ia dar certo. Embates normais entre pai e filho aconteceram, principalmente por meu progenitor não querer aquela área de atuação pra mim. Sabia que eu não seria feliz com aquilo (o que eu não concordava) e estava certo, no fim das contas.

O momento crucial veio quando, em Abril de 2013, bati um dos carros do meu pai, em um acidente que envolveu outros três automóveis. Não houveram vítimas, nem mesmo lesões, mas o carro estava sem seguro e, durante duas das piores semanas da minha vida, vivi sob a tensão da possibilidade de precisar arcar com o pagamento de todos os carros envolvidos, o que, com certeza, não seria possível pra mim. Hoje, acredito que isso tenha trazido mais benefícios do que o contrário, já que aquele foi o estopim para que eu decidisse que não queria mais aquela pasmaceira. Em meio a tudo isso, uma leitura. Na Veja, salvo engano, uma reportagem enumerava uma série de jobs que seriam os profissionais do futuro. Entre elas, estava o profissional do Marketing Digital, citando Gerentes de E-Commerce, Social Media Managers (Gestor de Comunidades), Gestor de Big Data, entre outros.

Lucas Amaral Nunes

O ChildFund Brasil e o primeiro contato com o marketing

ChildFund Brasil

Me graduei após alguns estágios, principalmente na área de jornalismo impresso. Mas as minhas melhores experiências foram, sem dúvida, na web, plataforma que sempre surpreende pelo mix de mídia oferecido e pela renovação tecnológica constante. Fiz parte de algumas equipes voluntárias, como a do Fanáticos por Futebol e o Cruzeiro.org. No último período, fiz um estágio em uma empresa chamada Virgulinas, onde vigiava o ambiente digital do ChildFund Brasil – Fundo para Crianças, uma organização filantrópica de primeira qualidade, de nível internacional e com a qual me identifiquei muito.

Atualizava, diariamente, o site oficial, blog, hotsite, Orkut, Fanpage, Twitter, Google +, YouTube, entre outras, com informações coletadas através de uma rede social corporativa chamada Rede do Bem. Os representantes e colaboradores do ChildFund Brasil, que possuíam diversas unidades espalhadas pelo Brasil, eram orientados a divulgarem imagens, textos, vídeos mostrando trabalhos e atividades em prol do desenvolvimento das crianças beneficiadas pelo programa (um dos mais efetivos que já conheci, diga-se de passagem). O sistema de Apadrinhamento é ótimo e funciona: a partir de R$52,00 por mês, realmente modifica-se a vida de crianças que vivem abaixo da linha da miséria no país. E a interação entre padrinho e apadrinhado pode ser feita pessoalmente, mas também através de cartas e da internet. Essa é uma causa nobre e vale a pena citá-la aqui e compartilhar com os amigos, frisando que não tenho mais nenhum vínculo empregatício com a organização.

Antes do fim do estágio, acabei precisando passar por uma cirurgia delicada e não pude terminá-lo da maneira que gostaria. Um ano depois, descobriria que o que eu estava fazendo ali era nada mais do que Marketing Digital, embora sem tanta profundidade. Isso é chamado de Marketing de Conteúdo, onde você utiliza da atualização constante para que as pessoas continuem acessando o seu ambiente digital e serviços de Social Media Manager, gerindo Redes Sociais. Na época, eu nunca havia falado em SEO (Searching Engine Optimization), que de uma maneira extremamente ríspida é a escolha das palavras certas para que o seu site seja facilmente encontrado pelos mecanismos de pesquisa (Google, Bing, Yahoo). Tampouco conhecia o Analytics, que te mostra as taxas de visitação do seu site. Eu aprendi a conviver com algumas ferramentas, mas, na essência, não sabia do quão profundo era o Marketing Digital. Nome, aliás, que eu nem utilizava até então, já que considerava as minhas tarefas como “Jornalismo Online”.

Abaixo, um vídeo promocional da organização, a qual eu faço questão de divulgar:

Lucas Amaral Nunes