Widbook, a Rede Social para autores

Widbook Face

Como todos sabem, este analista e blogueiro trata dos mais diversos temas sobre mídia online, mas, principalmente, sobre as Redes Sociais. Embora tenha conhecimento sobre diversas delas, inclusive as segmentadas (uma tendência contemporânea sobre a qual falarei mais tarde), como o Filmow  e o Skoob, ambas já comentadas no blog, esta, especialmente, não foi reconhecida via trabalho. Portanto, a análise é feita a partir de um heavy user da plataforma, diferente das outras comparações feitas a partir de um usuário relativamente novo. Este blogueiro é, também, um escritor amador (link para o meu projeto aqui), de modo que essa rede, especialmente, foi encontrada com objetivos próprios em mecanismos de busca.

O Widbook é uma plataforma para autores e leitores compartilharem conteúdo. Mas, a partir disso, é possível descobrir novas funcionalidades que podem ser úteis desde professores e escritores de diário a grandes celebridades da dramaturgia e literatura. É uma agradável mixagem, algo entre Google Drive, Evernote e Facebook. Essa ferramenta é revolucionária justamente por agregar os conceitos de Rede Social (compartilhável, interativa) e Ferramenta (útil, facilitadora).

Alguns dos aspectos que a tornam única:

Composição / Design

No Widbook é possível visualizar o livro prontinho, no formato em que ele ficaria caso fosse editorado. Não sei se funcionará como catalisador para outras pessoas, mas pessoalmente, a visualização do livro ajuda muito no processo criativo. Escrever no papel pode ser a melhor saída para alguns, mas eu tentei iniciá-lo por mais diversas vezes, sempre com rascunhos imperfeitos. Na noite em que ingressei no Widbook, meu primeiro capítulo ficou pronto. Embora a ideia já estivesse lá, sofri um estímulo imediato que me fez mudar de um escritor mudo para um tagarela digital.

Além disso, fica muito mais organizado. É só clicar nos capítulos e nas páginas para ir imediatamente aonde você precisa. \o/

Livro1

Vídeo e Imagem

É possível anexar vídeos e imagens aos seus manuscritos. Mais um recurso que você jamais teria naquele seu velho caderno de papel. E um recurso que, imagino eu, deva ser bastante útil para professores, quase como uma apresentação em Powerpoint, mas sem aquela limitação de espaço que fazem pirar quando há muito texto. =)

Interação com outros autores/leitores

Como explicado no conceito de Redes Sociais, esse é o aspecto principal para defini-la como tal. Os leitores podem opinar na criação da sua obra, lhe dando o feedback necessário para que o autor possa compreender seus erros e acertos. É um combustível social, que faz com que muitos dos escritores desestimulados com suas obras retomem as rédeas da narrativa. Não há nada melhor do que saber que existem pessoas lendo aquilo que você escreve!

Compartilhável

Há como vincular a sua conta ao Facebook, ao Twitter e ao Evernote, fazendo com que a divulgação do seu livro seja bastante prática. Sabe aquele resumão que você fez no Word da última prova? Que tal compartilhá-lo com os seus amigos para que todos possam estudar juntos. E eles podem até editar o conteúdo.

Móvel

O WidbMovel2ook possui um aplicativo integrado à versão online. Pare e pense. Se você tem que pagar por grande parte do conteúdo no seu Kindle, aqui as pessoas comuns e grandes autores fornecem, gratuitamente, algo que pode vir a ser igual ou melhor a algo que você pagaria. A ferramenta mobile é perfeita para aquele momento na fila de espera do banco ou no trajeto de ônibus até o trabalho.

Perenidade

Seu PC estragou? Não se preocupe, o que você escreveu no Widbook é perene. 😉

Colaborativo

Como citado, há a possibilidade de convites a outros autores. Existem livros que são escritos no sistema de crowdfunding, ou seja, por dois ou mais escritores, fazendo com que obras coletivas se apresentem aos usuários. Além disso, é possível comentar, marcar determinadas passagens dos livros (um verdadeiro marca texto digital), entre outros recursos de interação.

Conteúdo automaticamente indexável

Uma das principais características do Widbook, e algo que a torna simplesmente magnífica, é o fato de todo o conteúdo nos livros divulgado é automaticamente indexável aos resultados de SEO. Isso significa que se alguém for no Google ou Yahoo! e fizer uma busca, é possível que o seu livro apareça nos resultados. Sensacional, né?

Busca

É possível fazer um filtro entre gêneros para ler o que você gosta ou conhecer sobre novos assuntos. Afora isso, você tem sua própria estante, na qual você coloca seus livros favoritos separados por temáticas.

Utilidade pessoal

Constantemente, eu utilizo o Widbook para textos que eu não pretendo publicar. Explicando: eu, como todos os autores de fantasia, tenho um complexo mundo criado com culturas, religiões, personagens, aspectos sociais, de personalidade, entre outros, que às vezes podem fazer com que até mesmo o mais atento dos criadores se perca. Portanto, desenvolvi minha própria enciclopédia, a qual consulto quando me perco em meu próprio mundo. Claro que isso não é apenas para autores de fantasia! Você pode, por exemplo, criar poesias com quem você não quer compartilhar, ou até mesmo fazer uma colinha pra estudar nos minutos antes da prova final. Ache a sua utilidade! 😮

Prazer da leitura

Tanto para quem lê os livros no desktop quanto no aplicativo móvel, a plataforma proporciona uma leitura bastante agradável. O sistema de leitura noturna (com fundo preto e letras brancas) é sensacional.

Conclusões finais

O Widbook é uma ferramenta extremamente útil nos conceitos contemporâneos de experiência do usuário, pois facilita seja qual for o tema ou o nicho escolhido pelo usuário, incentivando constantemente a alimentação à imensa biblioteca virtual que é a internet. Acredito que recomendações são dispensáveis diante de tantas informações a respeito da plataforma.

Vestígios

Comentários e críticas são sempre bem-vindos.

A diferença entre a Rede de Pesquisas e a Rede de Display do Google

Redes Display e Pesquisas

A melhor maneira de se trabalhar com o Google Adwords é fazendo campanhas distintas nas duas redes, já que elas funcionam de maneiras diferentes. Saiba quais são as principais diferenças entre elas:

A Rede de Pesquisas

Quando você pensa em fazer uma pesquisa no seu computador, seja pro seu trabalho de escola ou apenas para se informar, no que você pensa? A resposta imediata, para cerca de 85% da população brasileira (leia mais aqui), é a mesma: Google. Quando o usuário faz uma busca, aparecem dois tipos de resultados:

1- os orgânicos (resultados não pagos, onde o Google utiliza um algoritmo secreto com critérios diversos para determinar a relevância. É ai que trabalha o profissional de SEO, ou Searching Engine Optimization).

2- os links patrocinados (resultados através de cruzamentos de palavras-chave. Os anunciantes as escolhem e pagam por clique em suas páginas).

Google Adwords - Rede de Pesquisa

Observe essa busca feita através da combinação de palavras-chave “carro novo”. Os anúncios foram destacados em vermelho. Note que os resultados pagos que aparecem centralizados ficam em uma caixa com uma cor rosa levemente diferente do branco no restante da página (nesse caso, os três primeiros) e também aparecem na barra lateral. Repare também que o próprio buscador avisa que se trata de resultados patrocinados.

Observações importantes:

– Os resultados das buscas são independentes, ou seja, uma não influencia na outra.

– Os resultados são diferentes em plataformas móveis (será tratado mais tarde).

– Outras plataformas do Google também estão vinculadas à Rede de Pesquisa, como o Gmail, o YouTube, o Orkut e o Blogger.

A Rede de Display

Existem plataformas associadas e cadastradas no Google Adsense que são parceiras do Google. Elas vão desde grandes portais (G1, Último Segundo, etc.) a pequenos sites e blogs. O que isso quer dizer? Significa que essas plataformas autorizam a veiculação de anúncios em seus sites, e são financeiramente recompensadas por isso. Dessa maneira, o anúncio pode aparecer apenas em sites específicos e direcionados por temas. Por exemplo: se você entrar em um site sobre cães, possivelmente os anúncios que aparecerão serão relacionados a animais, como rações, coleiras, etc. Mas não necessariamente, isso quem determina é o autor da campanha. Grandes anunciantes como a Saraiva, o Submarino e o Decolar.com investem nos mais diversificados ramos da internet.

Google - Rede de Display

Google Adwords - Rede de Display

Observe as imagens feitas através do site Doentes por Futebol. Perceba que, em destaque, há dois anunciantes: o CCAA, uma escola de inglês muito popular no Brasil e a Samsumg, a gigantesca corporação de tecnologia da informação. Isso quer dizer que essas empresas fizeram amplas pesquisas e decidiram investir em anúncios em diversos tipos de sites, incluindo o site em questão, especializado em esportes, mais especificamente o futebol. Cada vez que o usuário entrar na página, aparecerão, muito provavelmente, anúncios diferentes. Porém, há a opção de segmentação, como vemos abaixo:

Google - Rede de Display 2

Nesse caso, um grande anunciante, a Netshoes, segmentou seu público, ou seja, decidiu veicular sua marca e produtos esportivos em um dos grandes parceiros da Google, o globoesporte.com (vinculado ao portal G1).

O Google oferece um mundo totalmente novo para quem quer investir em publicidade na internet, os quais podem ser utilizados em prol de campanhas de marketing de variados tipos e dimensões, dependendo da estratégia escolhida. Mas se há algo inquestionável, é a eficiência desses sistema.

O lado bom do Hummingbird, o novo algoritmo do Google

Hummingbird

Há um mês, o Google lançava o seu novo e polêmico algoritmo, o Hummingbird (beija-flor em português), que teve uma grande repercussão na mídia e, principalmente, entre os profissionais do mundo do Marketing Digital. Ele mudará pra sempre as estratégias de SEO (Searching Engine Optimization)  a serem utilizadas, o que causou tamanho furor e até desespero. Ai, minha nossa senhora, Scooby! Tem um monstro atrás de nós! Calma. De um ponto de vista um tanto quanto egocêntrico, o The Socialpedia mostra o lado positivo desse misterioso beija-flor.

Embora ainda seja objeto de estudo (como disse, foi lançado há apenas um mês), vou demonstrar aqui a minha visão pessoal do Hummingbird. Em primeiro lugar, o maior beneficiado com essa atualização é o… é o… wait for it… o usuário! Exato! Ao que tudo indica, as buscas passarão a ser mais semânticas, ou seja, facilitarão a vida do internauta e trarão resultados até ele com mais eficácia. O SEO irá enfraquecer? Talvez. Acredito que as técnicas terão que ser revisadas, pois não mais bastará a escolha das palavras certas para que a sua página fique bem ranqueada. Pra quem não conhece (e essa é uma visão um tanto quanto crua, já que eu também estou longe de ser um especialista), o trabalho de SEO consiste em descobrir palavras-chave (através do Google Adwords) que elevem o seu nome nas buscas, e ai você coloca ela duas ou três vezes em um texto, uma no título, uma na tag e… como em um passe de mágicas, seu site aparece nos primeiros resultados dos mecanismos de busca! Claro que essa competência é muito mais complexa do que o citado (como por exemplo, reconhecer nichos na cauda longa), mas esse é um resumo para iniciantes sobre o que se trata.

Claro, existem técnicas legais e outras nem tanto assim, o chamado “black hat“. Eu tinha um amigo que buscava no Adwords as palavras mais buscadas. Por exemplo, houve um tempo em que Anderson Silva, o lutador de MMA, apareceu na mídia e seu nome emergiu como uma potência nos mecanismos de buscas. O rapaz citado viu isso e fez o quê? Escrevia sobre o Anderson Silva em sua página pessoal. Eis o erro: ao invés de escrever um conteúdo agradável e didático, ele simplesmente escrevia a palavra “Anderson Silva” várias vezes. Isso é uma técnica ilegal e que faz com que as pessoas caiam em sites com pobreza de conteúdo, uma falha do antigo algoritmo do Google. A conta desse moço acabou sendo deletada e não pode mais ser reativada por violação das regras do buscador.

Entendem agora o porquê de o Hummingbird ser um mecanismo diferenciado? Segundo prometem os desenvolvedores, o filtro ficará mais forte e, acredito eu, será direcionado de acordo com os seus interesses (inclusive, a opção + 1 no Google + influenciará nos resultados). Isso significa que os resultados podem ser diferentes dependendo de variáveis como idade, gostos, gênero, preferências, etc. (técnicas já existentes, mas sem tanta eficiência até então).

E o mais importante de tudo isso: o Google passará a valorizar agora a geração e a qualidade do conteúdo. Acho que, ao fim do ano, em Dezembro, as agências e grandes portais perceberão que não haverá outra saída a não ser a atualização constante e com qualidade de suas páginas. Para os usuários, isso é ótimo, afinal quem é que não quer uma biblioteca cada vez mais ampla e com cada vez mais autores qualificados, não é mesmo?

Para mim, iniciante na área, é, também, uma oportunidade. Alguns verão egoísmo nessa declaração, mas é a mais pura realidade. Se os profissionais experimentados terão que se readequar e com certeza trarão algo de suas antigas experiências consigo, os mais jovens poderão adentrar com tudo nesse novo caminho aberto belo Beija-Flor. Se você é um deles, não deixe a chance escapar!

Um grande abraço!

Disciplina “Fundamentos do Marketing Digital” – Pt. 7 (Final)

Sociedade em Rede

Frameworks de Marketing Digital

Frameworks, em uma tradução ao pé da letra, são quadros de trabalho, ou seja, são modelos de organização de negócio já consagrados pelo mercado. São utilizados de maneiras distintas pelos profissionais da Tecnologia da Informação (no caso deles, usa-se no desenvolvimento de softwares) e do Marketing (com base na análise de mercado), o que usaremos aqui.

Digital como Estratégia

O Marketing Digital não está separado de outras formas de mídia, pelo contrário, ele interage e impulsiona a criação de demanda através do poder da internet. Sendo assim, o Digital conversa com as mídias tradicionais (TV, Rádio), com a comunicação externa (off-line), estimula o boca a boca e incentiva as promoções e eventos.

The F-Factor

O framework F-Factor, cuja lema leva a letra F pela tríade de temáticas Friends, Fans & Followers (Amigos, fãs e seguidores), leva em consideração que esses agentes influenciam na decisão de compra dos consumidores. É aquilo citado antes, o que acontece no ZMOT, quando o consumidor procura a opinião de outros clientes antes do Primeiro Momento da Verdade.

Framework de Marketing Digital

Um modelo de framework foi apresentado na aula, e tentarei resumi-lo aqui. O centro do quadro seria o website da empresa e os sites parceiros, ou seja, todos os segmentos aqui apresentados trabalham em prol do desenvolvimento dessas plataformas.

Marketing de Busca (SEO, Links Patrocinados, Pagos por clique/PPC);

Representação Online (Mídias Sociais, blogs, comunidades, manutenção da imagem, proteção da marca);

Parceiros Online (Patrocinadores, comarcas, parcerias);

Comunicação off-line (Panfletagem, exibições, merchandising);

Marketing viral (Criação de mídia espontânea, buzz marketing, fofoca, hit);

Opt-in e-mail/intenção do usuário em receber informações (Newsletter, listas de e-mail, cadastros);

Anúncios interativos (Compras pelo site, serviços de anúncios pagos, segmentação por comportamento, links patrocinados)

Comunicação (Propaganda, vendas, promoções, relações públicas).

Ou seja, nesse contexto, a marca utiliza de recursos de Páginas Digitais (Sites, Portais e Blogs), Buscas (Google, Bing, Yahoo), Mídias Sociais (Facebook, Twitter, Slideshare, RSS Feeds, Pinterest, Instagram, Flickr, Tumblr, YouTube), Games e Entretenimento, E-Commerce, Tecnologias Emergentes (Web TV’s, Podcasts), Mobile (Bluetooth, SMS, MMS, Aplicativos), Realidades Mistas (Second Life) e E-mail (texto, imagem e vídeo).

Em resumo, pode-se concluir que o Marketing Digital é a promoção de marcas utilizando as múltiplas Mídias Digitais citadas acima para:

1-      Alcançar o cliente (através de email, redes sociais, mecanismos de busca, etc.);

2-      Converter o cliente (torná-lo um visitador frequente do site, seguidor, fã, fazer com que ele faça um cadastro, compre o seu produto);

3-      Reter o cliente (fazer com que ele se torne fiel, assine a newsletter e acompanhe constantemente o desenvolvimento da empresa, programas de fidelidade, personalização e conteúdo direcionado).

Modelo SOSTAC

O modelo SOSTAC é um norteador para guiar as ações, baseado nessas seis letras. De uma maneira bem resumida, significa:

S (Situation Analyses/Análise da Situação) – Pesquisas de audiência e ferramentas disponíveis;

O (Objectives/Objetivos) – Definição dos objetivos da campanha;

S (Stategies/Estratégias) – Que estratégias utilizar para alcançar os objetivos;

T (Tactics/Táticas) – Quais os meios serão utilizados;

A (Action/Ação/Implementação) – Colocar em prática o que foi definido;

C (Control/Controle) – Mensurar, analisar, compreender, averiguar, vigiar e concluir sobre as ações que estão sendo executadas.

8 P’s do Marketing Digital

Como vimos, no Marketing Tradicional temos os quatro P’s. Já no Digital, um paradigma aumenta esse número para oito, que serão listados aqui.

Pesquisa (análise do mercado)

Planejamento (preparação para as ações a serem executadas)

Produção (produção através das ferramentas digitais disponíveis)

Publicação (divulgação do conteúdo)

Promoção (promover o conteúdo planejado)

Propagação (usar estratégias para difusão da marca)

Personalização (entender o usuário e suas preferências)

Precisão (atingir diretamente o comprador)

Bom, amigos, é isso. Espero que tenha ajudado e peço, desde já, desculpas por alguma falha ou erro (seja ele de digitação ou interpretativo) que possa ter ocorrido durante a compilação feita por mim.

Agradeço também ao excelente professor Fábio Albuquerque pela paciência e atenção cedida a nós, alunos, e também aos colegas de classe, que vêm me ajudando a entender esse novo mundo. Pra mim foi um prazer realizar essa tarefa (que me traz muito mais benefícios do que trabalho) e divulgá-la, usando o nosso maior objeto de estudo: a rede.

Lucas Amaral Nunes

O ChildFund Brasil e o primeiro contato com o marketing

ChildFund Brasil

Me graduei após alguns estágios, principalmente na área de jornalismo impresso. Mas as minhas melhores experiências foram, sem dúvida, na web, plataforma que sempre surpreende pelo mix de mídia oferecido e pela renovação tecnológica constante. Fiz parte de algumas equipes voluntárias, como a do Fanáticos por Futebol e o Cruzeiro.org. No último período, fiz um estágio em uma empresa chamada Virgulinas, onde vigiava o ambiente digital do ChildFund Brasil – Fundo para Crianças, uma organização filantrópica de primeira qualidade, de nível internacional e com a qual me identifiquei muito.

Atualizava, diariamente, o site oficial, blog, hotsite, Orkut, Fanpage, Twitter, Google +, YouTube, entre outras, com informações coletadas através de uma rede social corporativa chamada Rede do Bem. Os representantes e colaboradores do ChildFund Brasil, que possuíam diversas unidades espalhadas pelo Brasil, eram orientados a divulgarem imagens, textos, vídeos mostrando trabalhos e atividades em prol do desenvolvimento das crianças beneficiadas pelo programa (um dos mais efetivos que já conheci, diga-se de passagem). O sistema de Apadrinhamento é ótimo e funciona: a partir de R$52,00 por mês, realmente modifica-se a vida de crianças que vivem abaixo da linha da miséria no país. E a interação entre padrinho e apadrinhado pode ser feita pessoalmente, mas também através de cartas e da internet. Essa é uma causa nobre e vale a pena citá-la aqui e compartilhar com os amigos, frisando que não tenho mais nenhum vínculo empregatício com a organização.

Antes do fim do estágio, acabei precisando passar por uma cirurgia delicada e não pude terminá-lo da maneira que gostaria. Um ano depois, descobriria que o que eu estava fazendo ali era nada mais do que Marketing Digital, embora sem tanta profundidade. Isso é chamado de Marketing de Conteúdo, onde você utiliza da atualização constante para que as pessoas continuem acessando o seu ambiente digital e serviços de Social Media Manager, gerindo Redes Sociais. Na época, eu nunca havia falado em SEO (Searching Engine Optimization), que de uma maneira extremamente ríspida é a escolha das palavras certas para que o seu site seja facilmente encontrado pelos mecanismos de pesquisa (Google, Bing, Yahoo). Tampouco conhecia o Analytics, que te mostra as taxas de visitação do seu site. Eu aprendi a conviver com algumas ferramentas, mas, na essência, não sabia do quão profundo era o Marketing Digital. Nome, aliás, que eu nem utilizava até então, já que considerava as minhas tarefas como “Jornalismo Online”.

Abaixo, um vídeo promocional da organização, a qual eu faço questão de divulgar:

Lucas Amaral Nunes

Bem-vindos ao Socialpedia

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Inicio, hoje, este blog, com o objetivo de tê-lo como ferramenta de experiência, um laboratório digital para aquela que considero como a área na qual pretendo atuar daqui pra frente: a do Marketing Digital. Neste diário virtual, buscarei compartilhar meus ensaios desde o quase amadorismo até um dia chegar (e se chegar) a ser um grande profissional do ramo. Claro, essa oficina online estará sob análise de algumas das ferramentas, por exemplo, de análise de mercado como o Google Analytics, Adwords, mecanismos de busca, SEO, SEM, entre outros. Acalme-se, caso não saiba do que se trata. Há poucos meses atrás eu também não conhecia nenhuma dessas palavras e expressões e, apesar de hoje ouvi-las com bastante frequência, a utilização que faço delas é quase zero.

Tentarei obedecer a algumas leis não-oficiais da internet, como por exemplo a de não ultrapassar três parágrafos, pois a leitura pode ficar cansativa. Portanto, os posts não serão longos e podem ser até mesmo divididos, para que você, leitor, possa escolher quanto e quando ler. Serei aqui um autêntico puxa-saco dos frequentadores, pois a única maneira de você entender o seu público é analisando-o e se adequando. Críticas, sugestões e comentários serão bem-vindos de forma semelhante, portanto, não seja tímido. Comente e eu farei de tudo para melhor me adequar.

No próximo post, falarei um pouco sobre mim e como me envolvi com esse setor de mercado. Espero que gostem.

Lucas Amaral Nunes